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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Como conversar com seu filho sobre a adoção?



Sabemos que para alguns pode ser tranquilo, para outros um momento muito delicado e esta pergunta foi compartilhada recentemente em nossa página do Facebook fazendo com que dezenas de pessoas enviassem suas considerações que foram tão bacanas e úteis que resolvemos compilar a maior parte delas neste texto.



Luana: não espere para contar, minha mãe me contou eu tinha uns 04 anos, lembro como se fosse hoje, disse que ela era minha mamãe do coração, que eu tinha outra mamãe mas que ela não tinha condições de ficar comigo, mas que ela me amava muito e eu seria muito feliz com ela.

Depois descobri que aquela historia de não ter condições não era bem a verdade.

Mas acho que foi a melhor forma dela me contar.
 

Fale com muito carinho para que seu filho(a) compreenda isto de uma forma natural, assim não ficarão traumas.

Boa sorte!



Vera: Tenho uma riqueza incalculável aqui em casa chamada Rebeca, aos 3 anos começou com as perguntas depois que viu a minha foto grávida do irmão (meu filho biológico).

Contei de uma forma bem simples que ela ficou na barriga de outra mulher e depois veio para mim sua mãe verdadeira. Hoje ela está com 5 anos e aos poucos estamos construindo a sua história.

De uma coisa eu tenho certeza, em cima da mentira não se constrói nada. Por isso vou introduzindo a verdade sempre que ela se mostra curiosa e interessada.

Ela é minha vida quero vê-la feliz e sempre segura do meu amor.



Ana Paula: Conte histórias de super heróis, como Superman, homem aranha... Eles não foram criados pelas famílias biológicas, mas foram recebidos por pessoas q os amaram e ficaram felizes por tê-los.


Josiane: Tenho 36 anos e sou o tesouro de alguém. Quando eu soube não foi minha mãe quem me contou corri até ela chorando e lhe perguntei diz que é mentira delas mamãe diz, lembro que ela ficou furiosa pq ela não queira que eu soubesse a verdade mas enfim soube e ela me disse uma coisa que acalmou meu coração daquele momento adiante que foi : filha você não nasceu da barriga da mamãe você nasceu do meu coração. Ela disse Deus quis assim você com duas mães uma para nascer e a outra para cuidar então filha poucos são especiais como você. Bjos fique com Deus com seu grande tesouro


Marcela: Bom a minha estrelinha já chegou para nós com três anos, então ela entendia mais ou menos o que estava acontecendo, inclusive ela fala da família biológica, mais foram tantos os traumas que ela nem sentiu falta,mas a psicóloga disse q com o tempo ela iria meio q esquecer, e assim ta sendo, mas disse também para lidarmos sempre com a verdade, em doses pequenas, mas nunca mentir, e assim estamos levando, ela é uma garota super tranquila, inteligente, vai fazer 7 anos, e foi para o primeiro ano. Só sei que a amamos muito.


Claudia: O meu amorzinho tem 6 anos e desde 1 ano e meio já conto historinhas sobre o assunto. A medida q ele foi crescendo fui contando mais detalhes e hj ele já comenta sobre a família biológica naturalmente. Conte logo. Melhor saber da sua boca do q de alguém maldoso.


Mari: Eu acho que existe um grande dimensão e um grande erro das pessoas acharem e sentirem que mãe verdadeira é aquela que dá a luz, e não é assim.

Quando alguém fala isso para a criança ela sente esse sentimento de que tudo o que ela pensou e sentiu era uma mentira, ela não tem uma mãe de verdade. Acho que eu tentaria da melhor forma possível colocar na cabecinha da pequena que ela é minha filha sim, eu amo, morreria por ela como por qualquer outro filho de sangue, ela apenas foi gerada de uma maneira diferente.

É preciso passar segurança do amor para a criança.



Maria: tenho uma princesa de três anos e eu falo pra ela, que antes de eu ganhar ela do papai do céu eu e papai era muito triste e agora que eu tenho ela a minha vida é feliz, eu disse a ela que o papai do céu guardou ela pra mim em uma outra barriga ate que chegou a hora e ele mandou ela pra mim pra sempre


Carla: Tenho dois meninos de 7 anos um não pergunta nada porem o outro o tempo todo me questiona e eu sempre digo Você não nasceu de mim e sim para mim o papai do céu já sabia que VC seria só meu e me fez te encontrar , e acabo a conversa enchendo ele de tantos beijos q as vezes acho que ele pergunta só para ter esse momento. Tenho meus medos porem ensino meus filhos que a verdade e sempre o melhor caminho. fique com Deus


Viviane: Nunca eh fácil, porem eh necessário. Minha filha tem 4 anos, saiu da maternidade e veio pra mim. Desde sempre conto historias de que Deus a Desenhou que fez ela todinha e que deitadinha numa nuvem com Deus ela escolheu o papai e a mamãe.

Porem qdo Deus lançou a sementinha o vento levou para barriga de outra mulher, foi uma confusão mas que qdo ela nasceu as fadinhas me chamaram e eu fui correndo busca-la na maternidade.

Ela conta pra todo mundo sua historia, mas mesmo assim comecei a sentir uma certa revolta de ser "diferente" das primas, ai então faço um tratamento com homeopatia com uma médica e psicóloga.

Foi excelente.... recomendo pra quem nunca falou nada ir devagar. Responda as perguntas qdo elas vierem com clareza e sem se estender muito. Crianças são objetivas. Boa sorte, com carinho tudo dará certo. Particularmente não chamo de mãe a doadora e sim de Genitora. Pra mim Mãe sou soh eu.

Ela não teve 2 mães. Mas essa eh minha opinião. Apesar de eu guardar dentro de mim grande gratidão pela doação desta genitora.



Adelia: Eu tenho duas princesinha do coração desde pequeninas eu conta pra elas que elas não saíram da minha barriga mas do coração. A minha Cacau com três aninhos adora ouvir e da gargalhadas quando conto a historinha dela. Agora a mais velha minha Gigi como chamo ela tem 7 anos já entende mais e sempre faz perguntas sobre sua historia eu procuro contar sempre a verdade.


Diana: A verdade é a melhor opção. Mesmo que vc precise começar com certa fantasia, mas nunca deixe de dizer. Afirmo isso porque verdades me foram omitidas, e a dor do abandono e feridas continuam até hoje. Você ama seus filhos: seja verdadeira, respeitando a idade deles. Melhor que desde pequenos entendam, do que crescerem numa mentira.


Narcisa: Ensinei que nós dois temos q agradecer todos os dias a mamãe q deu ele para mim, que ele foi escolhido, falo qdo necessário bem da mãe biológica, hoje ele tem 14 anos, sabe de tudo e no colégio conversa o assunto com naturalidade, amor .maior não há. boa sorte.


Solange: A verdade sempre acima de tudo, o meu q é especial já contei a ele, q eu não tinha bebe, ai fui contando de maneira simples na linguagem q ele pudesse entender, aceitou numa boa!!!se não conseguir peça ajuda profissional!!!


Cristina: A verdade é sempre melhor. Descobri aos 8 anos depois de perguntar à minha mãe, a dúvida já era frequente e as diferenças físicas mais do que evidentes. O mais importante é resolver o medo no seu coração primeiro, pra que a criança sinta que o que aconteceu não é algo ruim, que deve ser escondido, mas, algo tão forte e poderoso que a torna mais especial.

Já adulta li o livro "Em busca de mim" da Isabel Vieira, vai te ajudar a ver a situação pelos olhos do seu maior tesouro. Que o amor de Deus guie o seu coração e encha a sua boca pra falar da verdade com autoridade, que o Senhor abençoe sua família!



Simone: Meninas tenho uma princesa que vai completar 5 anos, esperei muito por este momento tinha medo dúvidas pedi ajuda para meu professor da faculdade que é psicólogo, foi tudo bem natural conversar com a minha filha contei toda história como aconteceu de verdade, e sempre falando que ela foi e é o bem mais precioso da minha vida que amo muito que Deus me deu o presente mais lindo do mundo ela não saiu da minha barriga mais entrou para sempre no meu coração.


Letícia: Olha, talvez isso ajude, minha mãe me contou sobre minha adoção de maneira muito tranquila, toda a noite em vez de contar histórias de contos de fadas ela me contava a mim minha história (o que não deixa de ser), com o passar dos anos fui associando de que a personagem principal era eu e foi super tranquilo compreender e conviver, não tenho problemas nenhum em falar sobre, acho que é valido tentar !!


Junia: O pediatra da minha filha tem me ajudado muito e ele me disse uma coisa que gostei muito. Responda só o que ele(a) te perguntar, não rodeia e nem invente histórias. Tipo: mãe o que é adotado ou adoção? É. Ter duas mães.


Maria: Tenho uma filha linda de 7 anos e como é muito inteligente, já entendeu q a personagem da historinha que eu contava era ela...agora ela me fez algumas perguntas, normal, até porque está na fase dos porquês...então, a orientação é dizer a sempre a verdade, mas responder somente o que lhe for perguntado. Outro cuidado que se deve ter, é com a linguagem...termos como abandonado, desprezado, jamais podem ser usados...haja nessa situação de uma forma normal, mostre o lado positivo da sua felicidade.


Lucenir: Meu filho tem 5 anos e ele sempre soube q veio de dentro do coração. Comece a explicar pra ele de onde ele veio (coração q ele foi gerado) e é de lá q ele nunca vai sair. Com meu filho sempre digo a ele e ele conta com o maior orgulho pra td mundo q ele foi gerado dentro do meu coração e não na barriga.


Olinda: Eu tenho um, meu maior tesouro, fiz mais ou menos como a Letícia,só q comecei a contar a historia dele qdo ele tinha uns dois a ninhos,ele adorava e toda noite me pedia p contar a historia dele...não esconda nada,fui orientada por psicólogos a falar sempre toda verdade e só responder o que a criança perguntar, responder naturalmente. Hoje meu filho tem 22 anos nunca tive problemas com ele em relação a isso. Ele é minha vida! Boa sorte! Que Deus abençoe vcs!!!


Silvana: Eu já contei desde o dois anos. Deus fez uma sementinha muito especial e plantou na barriga de uma mulher. Então nasceu Joãozinho. Joãozinho foi pra casinha de guardar crianças e ficou lá sendo cuidado até o papai e a mamãe irem buscar... Este é o começo por aqui.


Glaucia: Tenho 2 filhos do coração, o primeiro adotei quando eu tinha apenas 17 anos (mas já era casada) fiz esta pergunta a assistente social na época, e ela me entregou um livrinho de uma historinha muito linda que dizia assim...

"Havia um anjinho no céu muito lindo, o seu nome era (o nome do seu filho) Douglas! Um certo dia Jesus chamou o anjinho Douglas e seus amiguinhos para escolherem suas mamães na terra. Todos correram pra cima de uma nuvem e começaram a observar as possíveis mamães aqui na terra.

Pedrinho um anjinho loiro viu sua mamãe apontou e disse: - é ela! Quero esta pra ser minha mamãe!

E assim fizeram os outros anjinhos. E Douglas continuava a observar até que de repente ele gritou! - Encontrei! Quero aquela ali!
Jesus coçou o queijo e resmungou... hummm!
E depois falou:
- Vamos ter que achar uma solução! Esta mamãe ñ esta disponível no momento, a caminha na barriga dela onde o bebezinho fica não esta pronta! E agora o que vamos fazer?
Um anjinho que já havia escolhido a sua mamãe sem maiores dificuldades falou:
- Tenho uma ideia! Pq o senhor não coloca o anjinho Douglas na caminha de uma outra mamãe e assim quando ele estiver pronto pra nascer esta mamãe entrega ele para mamãe que ele escolheu!
Jesus adorou a ideia e assim o fez. Então juntos escolheram outra mamãe para o anjinho Douglas crescer até ficar prontinho pra ser levado para aquela mamãe que ele escolheu!
E assim todos viveram felizes para sempre! "


Ele cresceu ouvindo esta historinha, adorava! Até que um dia vieram as perguntas e ei as respondia com muita naturalidade, sem esconder nada! Depois tive uma filha biológica, e mais tarde quando meu filho já estava com 14 anos adotei mais uma menina que hoje está com 7 anos, repeti a mesma historinha e continuo agindo com naturalidade respondo a cada pergunta com muita sinceridade sem esconder nada!


Regilane: Minha filha de cinco anos, então desde bebezinha embalo o soninho dela com sua historinha. Falo de forma simples conto uma historinha que e ela é a personagem central. Ela é muito inteligente e aos poucos foi entendendo que ela era o personagem principal da historia...então outro dia fui busca-la na escola e fui surpreendida pela professora que me relatou que ela havia contado a sua historinha em uma roda de conversa com seus coleguinhas.

A tia ficou muito admirada por sua desenvoltura e surpresa porque também não sabia da sua historia.

Acredito que a melhor forma de falar sobre adoção para um filho de coração é falar sem medo mostrar para ele segurança. Amor e jamais que ele foi vitima de uma historia fracassada.

A criança precisa entender que foi adotada porque é especial, que nasceu no coração porque é um lugar muito especial... portanto responda as perguntas com amor e naturalidade deixa ela saber que é muito especial e também que vc é a mãe e tem domínios sobre ela.

Bem perguntas sempre virão..rs faz parte porem se preocupe em tornar tudo natural..assim ela vai sentir que é realmente de coração. Boa Sorte.



Rita: O correto é não esconder, fale a verdade de maneira simples. Para o meu filho eu falei que a genitora emprestou a barriga pra mim para que ele viesse depois para os meus braços, que ele era uma criança especial para mim. Que o meu amor é muito grande. E todos os dias digo que o amo muito. A criança é esperta e aos poucos perceberá que este é apenas um detalhe e com o passar dos anos não fará diferença nenhuma. Trate-o normalmente, que a criança receberá a notícia como algo normal. Boa sorte.


Adoção Brasil no Facebook

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Programação do 1º Congresso Nacional ONLINE da Adoção

Ao vivo, online e Gratuito, de 26 de janeiro a 01 de fevereiro de 2015




http://hotmart.net.br/show.html?a=A2435325W




26 de Janeiro de 2015 - Segunda-feira



10:00 - Abertura do Congresso

Será explicado todo o funcionamento do congresso e um resumo dos temas das palestras e palestrantes.

Depoimentos de filhos por adoção Ana (Quintal da Casa de Ana) e Paulo Flores. A Jéssica Aguiar, uma postulante à adoção, dará o seu depoimento do caminho percorrido, sua preparação e vai compartilhar dicas e o aprendizado que está tendo.







12:30 - Vanusa Tavares e Rejane CominAssistente Social e Psicóloga - fundadoras e coordenadoras do GAA DNA da Alma

Instituição de Acolhimento e Grupo de apoio à adoção: entrecruzamento possível

Um exemplo a ser seguido! Como transformar para melhor a vida das crianças formando uma rede sócio-assistencial, autoridades judiciárias, abrigo e Grupo de Apoio trabalhando em conjunto priorizando a criança. A psicóloga Rejane Comim e a assistente social Vanusa Tavares (DNA da Alma e Casa Lar Oscar Bertholdo) nos contam como fazem com sucesso em Farroupilha-RS






19:00 - Lidia Dobrianskyj Weber
Psicóloga .Mestra e Doutora  e Pós-doutora em  Saúde e Desenvolvimento Humano (UnB), Escritora, pesquisadora e palestrante.

Há diferenças na educação entre filhos biológicos e por adoção? Eduque com carinho.

Assim como no seu livro Eduque com Carinho, Dra Lidia Weber mostra a importância do afeto, paciência e compreensão em relação às demandas de uma criança. Nos faz pensar sobre as diferenças entre filhos biológicos ou por adoção, as diferenças entre crianças mais novas e mais velhas. Entender que por trás de cada criança por adoção existe uma história e nos ensina como lidar com as emoções e cuidados que se dever ter nesse relacionamento familiar que se inicia. Aborda sobre a importância de preparar os nossos familiares para receber um filho por adoção e sobre estilos parentais:  Como ser o melhor pai ou melhor mãe para socializar uma criança.






 20:30 - Rosana Silva
Professora, Advogada, psicóloga, membro da Comissão Adoção OAB/SP, Mestre processo civil e em Educação, Diretora JurÍdica dos GAA AlegrAA e AlegriAA, Assessora Jurídica da ANGAAD.

ECA é possível interpretá-lo segundo o Princípio da Prioridade Absoluta


De forma clara e firme, a professora Rosana Silva, mostra  o direito da criança e do adolescente, sendo a convivência familiar uma prioridade. Defende que a partir do momento que se verifica que a família biológica não tem condições de dar uma convivência familiar adequada a uma criança que ela seja imediatamente colocada numa família por adoção.






 27 de Janeiro de 2015 - Terça-feira

 


10:00 - Bárbara Toledo
Mestre em Direito, Tabeliã, Fundadora do Quintal de Ana, Diretora da  ANGAAD


Adoção a única opção; ações em prol do direito à convivência familiar.


Mais que uma reflexão, mas fundamentada na Constituição Federal e na prioridade do interesse da criança, Bárbara que é mãe biológica e por adoção, defende que todos os envolvidos na adoção entendam que a família por adoção é a prioridade quando se verifica o insucesso na família biológica.




 
12:30 - Luiz Schettini
Psicólogo Clínico; Teólogo e Filósofo; Conferencista em Congressos Professor e Escritor
 

Dores da Adoção - possibilidades de superação  
 

O professor Luiz Schettini nos leva a conhecer as dores que existem na família que adota, no filho que chega e na família que foi destituída do poder familiar. Mostra que ao sabermos que essas dores existem, é possível superá-las e com isso, ter um ambiente familiar sadio e equilibrado.






19:00 - Fernanda Isoni
Psicóloga e fundadora do GAA Belo Horizonte
 

A chegada dos nossos filhos: Como lidar com as mudanças? Como estabelecer vínculos?         
 

Com a chegada do filho, é natural que hajam muitas mudanças. Fernanda fala destas mudanças para os que adotam, mas também da dificuldade da criança que chega. Nos mostra como criar vínculos e superar este primeiro momento na vida familiar.






19:15 - Cynthia Ladvocat
Psicanalista, Terapeuta Familiar, Mestre em Psicologia no Tema Adoção.e  Escritora


Prevenção e reparação no tratamento da família adotiva


Prevenção trata dos aspectos que pais e filhos devem ser trabalhados evitando problemas futuros em consequência da nova filiação através da adoção. Já a reparação aborda os aspectos relacionados à adoção onde já estão presentes as dificuldades que já estão instaladas.





20:30 - Marcus e Fabiana
Pais por adoção, palestrantes sobre adoção especial e idealizadores do site e página no facebook Love  EM DOBRO
 

Uma família pra lá de especial!
 

Mais que um depoimento ou lição de vida, o casal Marcus e Fabiana de uma forma bem simples, amorosa e com muito conteúdo, nos mostra o caminho para uma adoção bem sucedida. Nos faz refletir e enxergar  que o amor e a família podem trazer a felicidade para todos envolvidos!




 28 de Janeiro de 2015 - Quarta-feira


 

10:00 - Jussara Jatobá
Mães por adoção e biológica. Idealizadora do blog "blogdajussarajatoba"


Reflexão de uma Mãe!
 

Mãe biológica e por adoção há muitos anos, a Jussara nos apresenta um conteúdo rico da sua experiência como mãe. Uma apresentação que devemos ouvir com a caneta na mão e sua voz no coração. Com mais de 30 minutos nos faz refletir sobre vários aspectos da adoção que poderão acrescentar valor aos postulantes e pais por adoção.





12:30 - Soraya Katia Pereira
Psicóloga e Presidente do Grupo de apoio Aconchego - Brasília


​Filiação na Adoção Tardia
 

Com grande experiência no "mudo da adoção", Soraya nos traz informações importantes sobre um tema que é acompanhado de muito mito e preconceito. A Adoção Tardia!









12:40 - Patrícia Glycério
Psicóloga do TJ-RJ, Especialista em saúde mental  e em prevenção ao uso  de drogas, Coordenadora. do Café com adoção


Adoção não é uma medida irrevogável? Devolução de crianças
 

Patrícia nos chama atenção para três pontos importantes quando assunto é devolução de crianças: Sobre a irrevogabilidade, do caráter da filiação e da adoção como medida protetiva em favor da criança. Apresenta alguns estudos de casos e as consequências geradas com a devolução.







19:00 - Luiz Carlos Barros Figueiredo
Desembargador, Coordenador da Infância e da Juventude do TJPE, escritor e palestrante


Adoção para Homosexuais: Mudanças jurisprudenciais  recentes.              
 

O Desembargador Luiz Carlos, de forma brilhante, nos conta um pouco da história a respeito do tema, como funciona em outros países e explica qual o cenário atual e o embasamento legal sobre Adoção para Homosexuais. Nos mostra também o que pensa a sociedade sobre um assunto que tem gerado tanta polêmica nos últimos meses.




19:30 - Maria Berenice Dias
Desembargadora -  Presidenta da Comissão Especial da Diversidade Sexual  do Conselho Federal da OAB.


Adoção por casais homoafetivos
 

Maria Berenice é especializada em direito homoafetivo e lidera um movimento nacional para criação de Comissões da Diversidade Sexual ligadas à OAB e que estão sendo criadas em todo Brasil. Nos explica as razões pelas quais a Adoção por casais homoafetivos são legítimas.





20:30 - Heber Boscoli
Consultor e Ex-conselheiro tutelar


Conselho Tutelar: A criança precisa de amor!
 

Heber foi o Homem que inspirou o seriado de TV 'Conselho Tutelar". Com sua história de amor pelas crianças, fez sua missão de vida a luta pelos direitos da criança e do adolescente. Com várias histórias e bons exemplos, ele concede uma entrevista exclusiva ao CONADOTE. Descontraído nos faz refletir sobre a proteção das crianças e adolescentes como forma de solucionar o abandono e salvar o destino delas.




 29 de Janeiro de 2015 - Quinta-feira



10:00 - Hália Pauliv
Bióloga aposentada, Professora, mãe e vó adotiva, escritora, Coordenadora cursos  pretendentes à adoção


Preparação dos pretendentes à adoção.
 

Uma palestra que serve para os Grupos de Apoio utilizarem com seus pretendentes, mas também para quem deseja se preparar para ser pai ou mãe por adoção. De forma didática, Hália explica os primeiros passos na preparação para adoção. Tira dúvidas e desmistifica conceitos e pré-conceitos sobre adoção.





12:30 - Wagner e Grazyelle Yamuto
Pais adotivos, idealizadores e administradores do site ADOÇÃO BRASIL
 

Como pais, com o uso da internet, tocaram o coração de 60 mil fãs

Um depoimento completo sobre todo o processo de espera à chegada do filho. Eles dão dicas importantes para quem deseja adotar e falam das suas missões em ajudar outras pessoas através do site de maior audiência sobre adoção do Brasil. Pela primeira vez eles aparecem na "telinha" para contribuir com a história deles à todos os seguidores do ADOÇÃO BRASIL e público do CONADOTE.





19:00 - Eliana Bayer Knopan
Psicóloga da Vara da Infância de Teresópolis-RJ


Encontre seu filho. Busca ativa na adoção.


Eliana explica o que é busca ativa. Como ações despretensiosas podem mudar vidas e fazer que haja o reencontro entre filhos e pais por adoção. Mostra a importância dos abrigos estarem abertos considerando que uma criança tem direito à convivência comunitária. Nos emociona com uma história de adoção em que uma atitude  pode transformar vidas.





20:30 - Siro Darlan
Desembargador do TJRJ, membro da Associação Juízes para a democracia.


O papel do juiz na Adoção


O  "Juiz' Siro Darlan, como gosta de ser lembrado, nos fala sobre o papel do Juiz na hora de decidir sobre à adoção da criança ou adolescente. De maneira clara e objetiva, ele aborda a melhor forma de condução de algo tão importante que é o destino de uma criança e adolescente. Defensor da criança e do adolescente,  primeiro Juiz a implantar o ECA no Estado do Rio de Janeiro, deixa de forma emocionante um recado aos postulantes a adoção.





20:40 - Sávio Bittencourt
Promotor de Justiça, - Pai biológico e por adoção - Professor e Escritor - Fundador do Quintal de Ana e da ANGAAD


Como encontrar as crianças invisíveis!


Militante há mais de 17 anos na causa da adoção, Dr. Sávio mostra que onde existe Grupo de Apoio, as adoções necessárias ocorrem em maior número. Mostra a realidade de crianças que estão "varridas para debaixo do tapete" sem possibilidades de adoção porque não foram desvinculadas da família de origem.  Convoca à responsabilidade da Magistratura na celeridade e fiscalização do Ministério Público para mudar a realidade dessas crianças excluídas de um afeto, carinho, do pertencimento à uma família ou grupo e de um futuro digno.




 30 de Janeiro de 2015 - Sexta-feira



10:00 - Heloísa Bomjardim
Mãe adotiva, fundadora do Grupo de apoio AlegrAA São José dos Campos - SP

 
A experiência de um Grupo de Apoio à Adoção


Mãe adotiva tão realizada com a maternidade, sentiu a necessidade de compartilhar com mais pessoas, de levantar essa "bandeira' e falar de um assunto que ela diz ser tão apaixonante e envolvente que mudou a sua vida.  Na sua apresentação ela fala o que é adoção e o que não é, explica  o que faz  um Grupo de apoio à adoção e nos abre as portas do Grupo AlegrAA para nos mostrar como funciona.




12:30 - Aristeia Moraes Rau
Advogada e fundadora do Movimento Nacional das Crianças Inadotáveis - MONACI


O  ECA  e o seu descumprimento


Um dos motivos da demora nas adoções no Brasil é o descaso das autoridades judiciárias. Aristeia mostra de forma clara os descumprimentos legais e  explica as ações que podem ser feitas para que cada criança possa ter o seu direito respeitado, consequentemente, possibilitando a convivência familiar a que tem direito.





12:40 - Thiago Zeni
Advogado, atuante na causa da criança e adolescente. Colaborador do MONACI


O que atrasa o processo da Adoção e como resolver!


O advogado Thiago Zeni mostra as razões da demora das crianças institucionalizadas. Nos diz quais ações que estão sendo tomadas para que cada criança possa ter seu direito garantido na cidade de Curitiba.






19:00 - Gisele B. Ferreira
Médica PUC/SP, especialista  em Pediatria SBP, pós graduada Psicologia médica UFMG


O que são doenças tratáveis e quais exames devem ser feitos?​


Dúvidas dos postulantes á adoção: O que são doenças tratáveis? Dra Gisele explica em detalhes os diversos tipos de doenças, além de orientar os exames que devem ser feitos no seu filho. Desmistifica casos de doenças que tanto preocupam os pais que querem adotar, inclusive sobre os "filhos do crack".




19:40 - Sandra Amaral
Mãe adotiva e fundadora do GA De Volta Pra Casa


Depoimento de  Mãe biológica e por adoção. Existe diferença?


Mãe biológica e por adoção,Sandra nos fala da história desde a chegada da sua filha, tirando dúvidas e orientando aspectos importantes para quem deseja ser pais por adoção.






 20:30 - Edgar Hernandes
Pai biológico e por adoção. Coaching da Adoção


Depoimento: Como dar a volta por cima. Aprendendo a amar e ajudar outros pais


Num depoimento com relatos fortes, o Edgar nos mostra como superar os obstáculos e encontrar o amor como ingrediente para uma vida melhor. Com anos de experiência como pai,  formou-se em Coaching e agora quer ajudar outros postulantes ou pais por adoção.



 

 31 de Janeiro de 2015 - Sábado



10:00 - Solange Diuana
Psicóloga Clínica, Perita Judicial, e coordenadora do Grupo Café com Adoção da Vara da Infância RJ.


Como e quando dizer ao filho que ele foi adotado?


Solange fala como e quando falar para o seu filho que ele foi adotado dando dicas importantes, inclusive através de exemplos. Nos nos chama também a reflexão do que é ser bom Pai ou boa Mãe e sobre a filiação por adoção. Ainda nos fala um pouco sobre a adoção pelo cônjuge.





18:00 - Felipe Fernandes
Presidente Comissão Direitos da Criança e Adolescente OAB/Niterói, Quintal de Ana e ​ Membro do IBDFAM


O "Buraco Negro" do Cadastro Nacional da Adoção -  CNA.


O advogado Felipe resume os principais pontos para quem deseja adotar, mas o foco é a explicação do Cadastro Nacional da Adoção (CNA) que teve como objetivo organizar e acelerar o processo de adoção, porém nos mostra o que ocorre na prática e como funciona o sistema.





20:00 - Elizabeth,  Mariana, Silvana  e Maíra
Grupo Apoio Ana Gonzaga  -  Silvana advogada e psicólogas e psicanalistas Elizabeth, Mariana e MaíraDescrição do palestrante


Pós-adoção = Pós-natal. Compartilhando vivências


O Estado exige um processo de habilitação e os postulantes passam por diversas etapas: Documentação, entrevistas, visitas e cursos preparatórios, porém depois da chegada do filho, o pós-adoção, a família fica sem ter o apoio e  não sabemos como está sendo construída a convivência familiar dessas crianças ou adolescentes. A advogada Silvana e as psicólogas e psicanalistas Elizabeth, Mariana e Maíra, nos contam como implantaram com sucesso esse apoio à família, pais e filhos por adoção, no que chamam carinhosamente de pós-natal.




 01 de Fevereiro de 2015 -Domingo



10:00 - Lúcia Carvalho
Coordenadora Grupo de apoio Ana Gonzaga


Visitar ou não o abrigo?


Lucia nos conta a experiência pioneira em levar postulantes á adoção em abrigos e como isso tem favorecido aos pais ampliarem a visão a respeito das crianças reais. Nos fala do início da criação do Grupo de apoio Ana Gonzaga e a sua motivação com a chegada da sua filha por adoção. Nesta palestra podemos encontrar alguns outros ensinamentos importantes que nos ajuda a ampliar nossa visão. 






10:15 - Éderson e Ana Paula
Pais por adoção


Depoimento: Como ser muito feliz com uma adoção pouco comum


Este casal nos mostra que a construção de uma família por adoção pode trazer muita felicidade com seus filhos. Um adoção pouco comum entre os postulantes! Neste depoimento eles nos ensinam com muita simplicidade como o amor e o desejo de se construir uma família pode superar qualquer adversidade.   Através de sua história, o casal Éderson e Ana Paula nos ensinam vários aspectos importantes para os pais que desejam adotar ou já adotaram.





18:00 - Alice Bittencourt
NECA SP -Pesquisadora e membro Comitê de Desenvolvimento de Pesquisas e Projetos que planeja e coordena projetos de execução e formação na área do Direito à Convivência Familiar e Comunitária de Crianças e Adolescentes em todo o Brasil.


Apadrinhamento Afetivo

O apadrinhamento afetivo é uma alternativa importante para que adolescentes possam ter afeto, cuidado e ter uma referência familiar. Mas temos que nos atentar para realizar de forma correta, pois um apadrinhamento afetivo mal realizado pode ser pior que ausência desse projeto. Alice Bittencourt nos explica o que é preciso para ser um padrinho e quais as instituições e profissionais envolvidos para o sucesso da implantação dessa política pública.




20:00 - Suzana Sofia Moeller Schettini
Pscicóloga Clínica e Presidente da ANGAAD


A atitude adotiva como fundamento da sociedade


Suzana Schettini nos fala sobre atitude Adotiva, o que é e como exercê-la no seu cotidiano. Mostra que Atitudes Adotivas é a saída para uma sociedade mais humana. Estende esse conceito para nossa família e equipe técnica como forma de trazer resultados ao seu filho e tornar o mundo melhor. Fala da importância de estarmos unidos e dos Grupos de apoio à Adoção. Aborda a importância de estarmos preparados para os desafios que a educação de qualquer filho sempre traz, seja ele biológico ou por adoção.






Clique aqui para ver mais detalhes no próprio site do Conadote.


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

1º Congresso Nacional Online da Adoção

Clique no link abaixo para se inscrever grátis no 1º Congresso Nacional Online da Adoção para receber dicas de especialistas de como me preparar para uma adoção consciente e ter um boa convivência familiar.

http://hotmart.net.br/show.html?a=A2435325W&ap=bd82


Congresso Nacional Online de Adoção

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Porque você quer adotar uma criança?

Esta pergunta normalmente é feita nas entrevistas que ocorrem no processo de habilitação para adoção e a resposta é bem simples, responda a verdade e não invente respostas.

Responda com o coração. Afinal de contas seu filho também será gerado no coração e neste momento nada melhor como começar uma história da forma mais honesta possível. ;)



Wagner Y.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Em decisão inédita, Justiça Federal dá licença de 180 dias a pai solteiro

Essa é a primeira vez que um homem solteiro recebe o benefício no país. Antes, decisão só havia beneficiado mães solteiras e casais homoafetivos.

 
Do G1 PE 
Em decisão inédita, a Justiça Federal em Pernambuco (JFPE) concedeu a um funcionário público licença de 180 dias em razão da obtenção da guarda de uma criança de 4 anos. Segundo a JFPE, essa é a primeira vez que um homem solteiro recebe o benefício de 180 dias no país. Antes, somente mães solteiras e casais homoafetivos, adotantes de crianças com menos de um ano, haviam conseguido o mesmo período de licença.

A decisão, de caráter liminar, foi concedida pelo juiz federal Bernardo Monteiro Ferraz em 30 de setembro, no entanto o caso só foi divulgado nesta segunda (13). Antes de acionar a Justiça, o servidor havia solicitado a concessão da licença à Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), mas teve o pedido negado. A Sudene ainda pode recorrer ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5).

De acordo com a advogada do servidor, Leilane Araújo Mara, a solicitação à Justiça foi feita porque não há previsão legal em casos como esse. “Pedimos que fosse concedida a licença prevista no regime celetista, de 120 dias com prorrogação de 60. Além disso, ele adotou uma criança de 4 anos. A adoção tardia é mais complicada do que a de um recém-nascido. A criança foi abandonada, a mãe tinha  problemas com alcoolismo e drogas”, explicou.

A criança está com o funcionário público desde 17 de julho, quando foi finalizado o processo de adoção. Antes, ela morava em um abrigo estadual de um município do Agreste. “O pai queixava-se de não ter tempo para acompanhar o filho. Ele entra no trabalho às 8h, tem o horário do almoço, e sai no fim da tarde. Só conseguia ver a criança à noite, quando a pegava no colégio. Mas ela já voltava para casa dormindo no carro”, acrescentou a advogada.

Na liminar, o juiz ressalta que, como adotante solteiro, o servidor é o único responsável pela tutela e bem-estar do filho. “Em casos tais, há de se garantir o tempo livre necessário à adaptação do menor adotado à sua nova rotina, em tempo idêntico ao que seria concedido à adotante do sexo feminino. O acompanhamento e aprofundamento do vínculo afetivo nos momentos iniciais da colocação no novo núcleo familiar minimizam questões inerentes ao processo de adaptação à nova realidade”, destacou o juiz Bernardo Monteiro Ferraz.
 
 
Fonte: G1