Adoção Brasil: conheça Grazy e Wagner, os fundadores
O Adoção Brasil foi criado por Grazy e Wagner, um casal que iniciou sua jornada na adoção em 2006. Diante da dificuldade de encontrar informações na internet naquele momento, começamos um blog para compartilhar experiências, aprendizados e histórias de outras famílias.
Somos pais do Gabriel e da Agatha. Foi dessa combinação entre vida em família, busca por informação e vontade de trocar experiências que nasceu o projeto que você acompanha hoje.
Talvez você tenha chegado por uma publicação no Instagram. Talvez tenha encontrado um artigo enquanto procurava uma resposta sobre adoção. Seja qual for o caminho, queremos apresentar as pessoas por trás desse espaço e contar por que seguimos aqui desde 2006.
Como nasceu o Adoção Brasil
Em 2006, quando iniciamos nossa jornada na adoção, sentimos falta de informações disponíveis na internet. Procurávamos referências que ajudassem a compreender aquele caminho e a conhecer experiências de outras famílias.
O blog surgiu nesse contexto. A ideia inicial era criar um espaço de troca: compartilhar o que aprendíamos e abrir lugar para outras histórias. Aos poucos, esse espaço se transformou no Adoção Brasil.
Não começou como uma coleção de respostas prontas. Começou com pessoas buscando informação e percebendo que dividir experiências poderia ser útil também para quem estivesse vivendo dúvidas semelhantes.
Essa origem ajuda a explicar a missão que permanece: informar, acolher e apoiar famílias na jornada da adoção. O formato pode mudar, mas o propósito continua ligado ao encontro entre informação e experiência vivida.
Adoção Brasil: da experiência pessoal ao espaço de troca
Compartilhar uma experiência pessoal pode aproximar pessoas. Uma pergunta que parece difícil de fazer pode encontrar espaço quando alguém mostra que também precisou aprender.
Ao mesmo tempo, cada história tem seus próprios caminhos. O que vivemos como família é parte da origem do projeto, sem representar todas as experiências de adoção ou oferecer um roteiro que outras pessoas precisem seguir.
Por isso, queremos que os relatos abram conversas. Eles podem ajudar a formular perguntas, reconhecer sentimentos e procurar novas informações, respeitando as diferenças entre famílias e trajetórias.
Quem são Grazy e Wagner
Somos um casal que constrói sua vida em conjunto e que, desde 2006, também compartilha uma jornada ligada à adoção. No Adoção Brasil, essa história pessoal se encontra com a vontade de tornar a informação mais acessível.
Hoje, somos pais do Gabriel e da Agatha. Nossos filhos nos ensinam diariamente a viver o presente, valorizar cada etapa da jornada e aproveitar os momentos que realmente importam.
Esses aprendizados ajudam a dar sentido ao projeto. Ao falar de família, queremos manter espaço para o cotidiano, para as descobertas e para as perguntas que continuam surgindo depois que uma família se forma.
Há muito a conversar sobre convivência, escola, vínculos e desenvolvimento infantil. São assuntos que podem aparecer em diferentes momentos da vida familiar e que merecem atenção para além das etapas do processo de adoção.
Gabriel, Agatha e o respeito à singularidade
Gabriel é autista. Essa informação faz parte da apresentação que escolhemos compartilhar sobre nossa família, assim como a presença da Agatha e os aprendizados que os dois trazem para nossa vida.
Ao mencionar o autismo, queremos preservar a singularidade de cada pessoa. A experiência do Gabriel pertence a ele e à nossa família; não resume as experiências de todas as pessoas autistas.
Da mesma forma, falar sobre nossos filhos não exige transformar cada aspecto de sua vida em conteúdo. É possível compartilhar aprendizados sobre parentalidade e convivência mantendo cuidado com a intimidade e com a história de cada um.
Esse é também um convite para olhar com atenção para as crianças e os adolescentes presentes em qualquer conversa sobre adoção. Eles têm suas próprias histórias, interesses e formas de participar da vida familiar.
Nossa missão: informar, acolher e apoiar
A missão do Adoção Brasil pode ser apresentada em três palavras: informar, acolher e apoiar. Elas se complementam e ajudam a orientar os assuntos que queremos trazer para o blog e para as redes sociais.
Informar para ampliar a compreensão
Informar envolve explicar temas, organizar dúvidas e indicar caminhos de consulta. Uma boa pergunta pode ser o começo de uma leitura mais cuidadosa sobre adoção e vida em família.
No blog, essa proposta aparece em conteúdos sobre diferentes aspectos da adoção. Para conhecer uma dessas conversas, você pode ler nosso artigo sobre mitos na adoção de crianças e adolescentes.
Quando a dúvida envolve procedimentos, vale consultar também os canais oficiais. O Conselho Nacional de Justiça mantém uma área sobre adoção, que pode complementar a leitura dos conteúdos do projeto.
Acolher sem exigir histórias iguais
Acolher é abrir espaço para perguntas e experiências diferentes. Uma pessoa pode estar começando a conhecer a adoção, enquanto outra procura conversar sobre a convivência familiar depois da chegada de um filho.
Também há quem acompanhe o tema como familiar, amigo ou educador. Cada leitor chega com uma relação diferente com o assunto, e essa diversidade amplia as possibilidades de conversa.
Nosso ponto de partida é o respeito. As histórias compartilhadas podem aproximar pessoas sem estabelecer comparações sobre quem viveu a jornada mais fácil, mais difícil ou mais parecida com uma expectativa idealizada.
Apoiar por meio da troca e da informação
Apoiar, neste espaço, significa contribuir com conteúdos que ajudem as famílias a pensar sobre suas dúvidas e a buscar os recursos de que precisam. Também significa reconhecer o valor de conversar com outras pessoas e aprender ao longo do caminho.
Os artigos e relatos não substituem o acompanhamento dos profissionais responsáveis por cada situação. Experiência pessoal e orientação profissional têm papéis diferentes e podem ser procuradas conforme a necessidade.
Para conhecer um desses papéis, leia também nosso conteúdo sobre a importância da assistente social no processo de adoção.
Para quem é o Adoção Brasil?
O projeto se dirige a quem deseja compreender melhor a adoção e as relações familiares que a atravessam. Isso inclui pessoas que estão conhecendo o assunto, pretendentes, famílias por adoção e quem faz parte de sua rede de convivência.
Avós, tios, amigos e professores também podem encontrar temas para reflexão. Uma dúvida sobre como conversar com uma criança ou respeitar uma história familiar pode surgir fora da casa dos pais.
Ao ampliar os assuntos do blog, queremos manter a adoção como referência e conectar essa conversa ao cotidiano. Escola, inclusão, desenvolvimento infantil e desafios da parentalidade podem entrar no calendário sempre que contribuírem para esse propósito.
O que você encontrará neste espaço
Além de apresentar nossa história, queremos facilitar sua chegada ao conteúdo. Você pode começar pela pergunta que mais se aproxima do momento que está vivendo e seguir a leitura no seu ritmo.
Os temas do projeto incluem:
- Dúvidas e reflexões sobre a jornada da adoção.
- Experiências e aprendizados da vida em família.
- Convivência, vínculos e respeito às histórias pessoais.
- Escola, inclusão e participação da rede de apoio.
- Informação para conversar sobre preconceitos e expectativas.
Esses assuntos não exigem que uma família tenha todas as respostas. Eles oferecem pontos de partida para conversar, pesquisar e reconhecer quando é preciso buscar apoio específico.
Seguimos juntos desde 2006
O que começou como um blog de troca se transformou no Adoção Brasil. Por trás do nome continuam Grazy e Wagner, com a história que compartilhamos e a missão de informar, acolher e apoiar.
Se você acompanha o projeto há bastante tempo, esta apresentação é uma oportunidade de nos reencontrarmos. Se chegou agora, esperamos que encontre aqui um espaço útil para suas perguntas e leituras.
Você também pode acompanhar o Adoção Brasil no Instagram. Ao participar das conversas, preserve informações pessoais de crianças, adolescentes e outras famílias.
Obrigado por caminhar conosco. Sua presença faz parte da continuidade desse espaço de troca.
Perguntas frequentes sobre o Adoção Brasil
Quem criou o Adoção Brasil?
Grazy e Wagner criaram o projeto a partir de um blog para compartilhar experiências, aprendizados e histórias de outras famílias ligadas à adoção.
Quando começou a história do projeto?
Nossa jornada na adoção começou em 2006. Foi nesse contexto de busca por informação que surgiu o blog que se transformou no Adoção Brasil.
Grazy e Wagner têm filhos?
Sim. Somos pais do Gabriel e da Agatha. Gabriel é autista, e compartilhamos essa informação respeitando sua individualidade e a intimidade da nossa família.
Qual é a missão do Adoção Brasil?
Informar, acolher e apoiar famílias na jornada da adoção, por meio de conteúdos e troca de experiências, com respeito às diferentes histórias.
Share this content:
