<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646</atom:id><lastBuildDate>Sat, 02 Jun 2012 17:28:37 +0000</lastBuildDate><category>Depoimentos</category><category>Filmes</category><category>Vídeos</category><category>Notícias</category><category>Avisos</category><category>Notas</category><title>Adoção Brasil</title><description>O Adoção Brasil é feito com informações de visitantes que passam ou passaram por experiências neste processo de habilitação e até mesmo por filhos do coração, dessa maneira podemos esclarecer nossas dúvidas e de outros.</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>110</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-9154215000683043354</guid><pubDate>Fri, 25 May 2012 13:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-25T10:12:20.182-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notas</category><title>Dia Nacional da Adoção</title><description>&lt;b&gt;Parabéns!!!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Hoje 25/05/12 comemora-se o &lt;b&gt;DIA NACIONAL DA ADOÇÃO&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Só nós sabemos o quão difícil e dolorosa é nossa espera. E se a nossa é assim, imagine como é a espera das milhares de crianças que estão nos abrigos deste imenso pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Muitas crianças já escolheram uma nova família e muitas outras estão esperando por sua vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sei que por diversas vezes escutamos que devemos ter paciência, que as coisas são assim mesmo, etc... Mas é "sangue" que se passa em nossas veias e concordar com tudo que somos obrigados a passar não é fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Vou resumir minha experiência neste processo e se tiverem &lt;i&gt;mais um pouco de paciência (rsrsrs)&lt;/i&gt; continuem a ler:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;2004&lt;/b&gt; - Descobrimos que não poderíamos ter filhos biológicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;2006&lt;/b&gt; - Entramos no processo de adoção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;2008&lt;/b&gt; - Tivemos que renovar o habilitação, pois em São Paulo - SP a habilitação para adoção deve ser renovada a cada dois anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;2009&lt;/b&gt; - Nosso filhão nasceu, mas é claro... não sabíamos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;2010&lt;/b&gt; - Recebemos a tão sonhada ligação da Vara da Infância e confesso que nunca passamos por um sentimento como este em nossas vidas. ;-)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Foram 4 anos "&lt;i&gt;punk&lt;/i&gt;", mas no final das contas, tudo o que passamos foi compensado ao ver o primeiro esboço de sorriso quando dissemos &lt;b&gt;filho&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;center&gt;&lt;b&gt;Parabéns pra você!!!&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Por: &lt;b&gt;Wagner Y.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-9154215000683043354?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/05/dia-nacional-da-adocao.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-1868099394569344194</guid><pubDate>Wed, 16 May 2012 13:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-16T10:12:43.595-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícias</category><title>Mães adotivas ganham lugar de destaque nas novelas</title><description>&lt;i&gt;Cada vez mais as tramas focam em relações de mãe e filho sem a presença da genitora biológica da criança&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Márcio Maio&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mãe só tem uma, reza o ditado popular. O que não quer dizer que, necessariamente, esta deva ser a biológica. Na teledramaturgia, nem sempre os laços de sangue reservam as melhores histórias de amor maternal. Agora mesmo, no ar, é possível enxergar relações "maternais" capazes de emocionar e cativar, como a da sofrida Valda (Dhu Moraes), que ameniza a carência familiar da pobre órfã Cida (Isabelle Drummond) em Cheias de Charme; da "mãe" Lucinda (Vera Holtz), de Avenida Brasil, que cria crianças abandonadas em um lixão; ou mesmo, na mesma novela das 21h da TV Globo, da histriônica Monalisa (Heloísa Perissé), que adotou Iran (Bruno Gissoni) depois de perder um bebê. "Quem não souber a história inicial nem percebe que o Iran não é filho da Monalisa. Todas as cenas entre os dois mostram um amor incrível. É uma mãe completamente apaixonada pelo filho", comenta Perissé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os motivos que justificam as mães "postiças" são diversos - mas a adoção de órfãos ou de crianças abandonadas ainda parece ser o mais recorrente. Em Aquele Beijo, por exemplo, Marissol e Sarita (Mary Sheila e Sheron Menezzes) foram deixadas ainda pequenas pela mãe, Diva (Elisa Lucinda). No orfanato, conheceram Ana Girafa, transexual mais velha, vivida pelo ator Luis Salém, que, ao deixar o lar, se dividiu com Eveva (Maria Gladys) na educação das meninas, desenvolvendo uma relação meio de irmã, meio de mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; "Fiquei feliz porque o público aceitou bem a Ana Girafa. E esse lado maternal deve ter ajudado também. Mas o tempo todo eu me senti interpretando uma mulher, não uma transexual. Isso também fez a diferença", avalia Luis Salém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em Máscaras, da TV Record, a irmã mais velha, Tônia (Daniela Galli), também se confunde um pouco na função materna diante da caçula Luma (Karen Junqueira). Depois de os pais morrerem, ela, já crescida, precisa cuidar da irmã menor, sem conseguir, no entanto, lidar tão bem com a situação no campo psicológico. "Criou-se não só uma responsabilidade ali, mas também uma dependência. Existe uma relação de controle muito forte entre as duas, que não é saudável. É algo inusitado, sendo a mais velha uma psicanalista", analisa Karen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em Amor e Revolução, novela escrita por Tiago Santiago, exibida no ano passado pelo SBT, Olívia (Patrícia De Sabrit) também ficou responsável por duas meninas. Mas, em seu caso, elas haviam sido sequestradas por seu marido, o vilão Filinto, vivido por Nico Puig - que interpretou um dos militares torturadores de presos políticos. Entre os torturados, estavam os pais das crianças. "O que foi bacana é que essa maternidade provisória desencadeou nela a revolta contra os militares de seu próprio lar, que eram do mal. Foi daí que apareceu o sentimento de luta que movimentou a história da Olívia", opina Patrícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Às vezes, a relação maternal se desenvolve também entre parentes. Foi o caso da avó vivida por Iná em A Vida da Gente, folhetim de Lícia Manzo exibido pela TV Globo no ano passado. A personagem ocupou a lacuna deixada pela mãe-madrasta Eva (Ana Beatriz Nogueira) na vida da pacata Manu (Marjorie Estiano). "A Eva era uma mãe adoecida, com um amor desmedido por uma filha e um desamor também desmedido pela outra", recorda Ana Beatriz. Depois, com a tenista Ana (Fernanda Vasconcellos) em coma por anos, foi a vez de Manu ocupar o espaço de mãe da pequena Júlia (Jesuela Moro). "Foi diferente e engraçado. A Manuela era filha da avó e mãe da sobrinha. A novela trabalhou bem essas novas relações familiares, que parecem confusas em alguns momentos por diferentes causas", analisa Marjorie. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Quando a morte separa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Em muitos casos, é a morte da mãe que faz outra mulher assumir a maternidade de uma criança. Foi assim, por exemplo, que a empregada Valda (Dhu Moraes) se tornou a grande conselheira e educadora da doce Cida, interpretada por Isabelle Drummond em Cheias de Charme. "Tenho uma história bonita com a Dhu. Esse é nosso terceiro trabalho juntas e sinto ela como uma pessoa da minha família mesmo", afirma Isabelle, que já havia contracenado com a colega em Sítio do Picapau Amarelo e na novela Caras &amp; Bocas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Situação semelhante viveu a dedicada Tirsa em Rei Davi, minissérie bíblica exibida pela Record. Na trama, a serva interpretada por Roberta Gualda virou a grande protetora do pequeno Mefibosete (Victor Hugo) depois que sua mãe, Selima (Bianca Castanho), morreu no parto. Mas, quando os filisteus atacam o acampamento de Saul, vivido por Gracindo Jr., ela deixa o menino sozinho para tentar ajudar na fuga dos dois - e ele acaba atropelado, tornando-se aleijado das duas pernas. A partir daí, além da gratidão à patroa morta, ela também passa a sentir culpa por não ter protegido o garoto do acidente, chegando a se prostituir para cuidar dele. "Sempre achei que essa trama funcionaria bem porque envolve sentimentos muito primários e básicos do ser humano. Muitas pessoas nas ruas falavam comigo emocionadas por ver aquela relação no ar", conta Roberta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Instantâneas - Curiosidades sobre mães "postiças" em novelas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Em A Favorita, Lara, vivida por Mariana Ximenes, era filha biológica de Flora, papel de Patrícia Pillar. Mas foi Donatela (Cláudia Raia) quem a criou e manteve com ela uma relação maternal, já que Flora estava presa pela morte do pai da menina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A heroína Júlia de Dancin´ Days, vivida por Sônia Braga, passou 11 anos na prisão depois de um acidente e, com isso, sua filha de quatro anos foi criada pela tia Yolanda (Joana Fomm)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Patrícia De Sabrit interpretou também uma mãe postiça em Pérola Negra, novela exibida pelo SBT em 1998&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em Cheias de Charme, as três protagonistas empregadas domésticas cresceram sem mães biológicas. Cida (Isabelle Drummond) passou a viver na casa em que a mãe trabalhava; Rosário (Leandra Leal) foi tirada de um orfanato pelo pai adotivo, Sidney (Daniel Dantas); e Penha (Taís Araújo), por ser a filha mais velha, ainda na adolescência assumiu a criação dos dois irmãos caçulas quando a mãe abandonou a família &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fonte: &lt;a href="http://diversao.terra.com.br/tv/noticias/0,,OI5773333-EI12993,00.html" target="_blank"&gt;Terra.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-1868099394569344194?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/05/maes-adotivas-ganham-lugar-de-destaque.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-3505149159412072192</guid><pubDate>Fri, 11 May 2012 14:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-11T11:44:07.399-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vídeos</category><title>Saiba até quando é possível incluir filho adotivo  no plano de saúde</title><description>&lt;i&gt;Prazo para inscrição se estende por 30 dias após deferimento da adoção&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O internauta Alberto pergunta até quando ele pode incluir seu filho no seu convênio médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), que regulamenta os planos de saúde, o prazo para inscrição de filho adotivo menor de 12 anos terá início com o deferimento da guarda provisória, se houver, e se estenderá até 30 dias da data da adoção. No momento da inscrição exija um comprovante com data e carimbo ou assinatura da operadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Para mais detalhes, confira o vídeo abaixo com a blogueira do R7 especialista em finanças pessoais Sophia Camargo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;center&gt;&lt;iframe width="445" height="270" frameborder="0" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" src="http://videos.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?idMedia=4fa01c9d3d1463e52e370484&amp;idCategory=21&amp;embedded=true"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fonte: &lt;a href="http://noticias.r7.com/economia/noticias/saiba-ate-quando-e-possivel-incluir-filho-adotivo-no-plano-de-saude-20120510.html" target="_blank"&gt;R7&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-3505149159412072192?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/05/saiba-ate-quando-e-possivel-incluir.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-5541792170330102955</guid><pubDate>Mon, 07 May 2012 12:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-07T09:51:29.743-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícias</category><title>Justiça garante salário-maternidade de 120 dias para todas as mães adotivas</title><description>&lt;i&gt;INSS considerava que crianças maiores de um ano davam benefício menor às mães; decisão deve entrar em vigor imediatamente em todo país&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A Justiça Federal de Santa Catarina determinou que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) garanta salário-maternidade de 120 dias para mulheres seguradas pela Previdência Social que adotarem ou obtiverem a guarda de criança de qualquer idade. Ação do Ministério Público Federal (MPF) no Estado reivindicava que diferença entre o benefício para a adoção de crianças maiores de um ano fosse eliminada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mães que adotavam crianças entre um e quatro anos recebiam o salário-maternidade por 60 dias. Crianças entre quatro e oito anos davam direito a 30 dias do benefício à mulher. A decisão elimina as diferenças para os novos casos de adoção e obriga o INSS a prorrograr os salários em vigor. Segundo relatório do MPF, a diferença desestimula a adoção de crianças mais velhas e prejudica a adaptação ao novo lar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em 2009 foi aprovada lei que impedia tempo diferenciado para a licença-maternidade de acordo com a idade da criança adotada. A lei, no entanto, não proibiu distinção entre o tempo de concessão do salário-maternidade. O INSS continuou a aplicar a regra que determinava o benefício de acordo com a idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;b&gt;Período de adaptação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Segundo sentença do juiz Federal Marcelo Krás Borges, da 1ª Vara Federal de Florianópolis, "se o pai ou a mãe passar o dia no trabalho e não der a acolhida e o carinho necessário nos primeiros meses, é possível que a adoção não tenha sucesso, ficando o futuro da criança adota perdido". Para o MPF, a mudança era necessária porque “quanto maior a criança maior a dificuldade de vinculação e adaptação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na sentença, Borges considerou procedente o pedido de liminar do MPF. A decisão entra em vigor imediatamente a partir da notificação do INSS e é válida para todo o país. O órgão federal ainda pode recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fonte: &lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2012-05-04/justica-garante-salariomaternidade-de-120-dias-para-todas-as-mae.html" target="_blank"&gt;ÚLTIMO SEGUNDO / IG&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-5541792170330102955?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/05/justica-garante-salario-maternidade-de_07.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-2038415053179109329</guid><pubDate>Thu, 03 May 2012 17:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-03T14:19:42.528-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícias</category><title>Adoção por estrangeiros restitui direito à convivência familiar</title><description>&lt;b&gt;BRASÍLIA [ &lt;a href=http://www.abn.com.br target=_blank&gt;ABN NEWS&lt;/a&gt; ]&lt;/b&gt;  Uma sentença proferida pelo juiz Renato Scussel, da 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF (1ª VIJ), restituiu a quatro irmãos o direito de terem um lar saudável. Eles foram adotados por duas famílias italianas e acabam de embarcar para Roma. O estudo foi conduzido pela Comissão Distrital Judiciária de Adoção (CDJA). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Um casal adotou o menino de 13 anos e a menina de 7 anos. O outro acolheu os garotos de 9 e 10 anos. Os irmãos moravam em uma instituição de acolhimento desde 2007. Não foi possível voltarem a conviver com a mãe biológica, nem mesmo serem acolhidos por família brasileira, pois o perfil dos irmãos não condizia com o desejado pelos adotantes cadastrados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Barreiras &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No Brasil, a idade avançada e o pertencimento a grupo de irmãos dificultam a adoção porque as famílias geralmente preferem acolher uma única criança de até três anos de idade. A legislação infantojuvenil prioriza a adoção conjunta dos irmãos e, quando separados, a decisão judicial deve comprovar o superior interesse da criança, como nesse caso de adoção internacional, em que as famílias residem na mesma cidade e assinaram termo comprometendo-se a manter contato frequente a fim de preservar o vínculo fraterno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; De acordo com a secretária executiva da CDJA, Thaís Botelho, quando os estrangeiros não conseguem adotar crianças pequenas, eles se abrem à adoção tardia. Os italianos são os que mais adotam no Brasil, pela proximidade cultural e por entenderem que as crianças brasileiras se adaptam mais facilmente à nova vida, explica Thaís. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mesmo a barreira da língua vai sendo rompida aos poucos pelas crianças. Com algumas aulas de italiano que a instituição de acolhimento conseguiu em uma escola de idiomas, os quatro meninos se comunicam com os pais, conversam com o restante da família pela internet e alguns já chamam a avó de "nona". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Sonho e direito&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A CDJA intermediou o processo de aproximação entre os pais e as crianças. Segundo Thaís Botelho, o ato burocrático finaliza o estágio de convivência no Brasil, mas a família permanece em construção. Na Itália, as famílias serão acompanhadas por assistentes sociais e psicólogos de um organismo internacional, que farão relatórios semestrais à CDJA por dois anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Além dessa adoção internacional, outro grupo de três irmãos do DF foi acolhido por dois casais italianos neste ano. As famílias moram em cidades próximas, distantes apenas 80 km uma da outra, e estão conseguindo manter o vínculo afetivo entre os irmãos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No cadastro de adoção do Distrito Federal, há 148 crianças e adolescentes aguardando acolhimento, sendo que 70% pertencem a grupo de irmãos e 100 são adolescentes. Há 410 famílias brasilienses habilitadas e 380 delas desejam acolher uma criança com menos de dois anos de idade, branca ou morena clara, saudável e sem irmãos. Não há família cadastrada para acolher adolescentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Segundo a CDJA, as crianças institucionalizadas gostariam de residir no Brasil, com sua família biológica ou com uma família substituta. Mas se não é possível, a adoção internacional se mostra como derradeira oportunidade de realizarem um sonho e o direito da convivência familiar.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fonte: &lt;a href="http://www.abn.com.br/editorias1.php?id=70113" target="_blank"&gt;ABN - Agência Brasileira de Notícias&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-2038415053179109329?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/05/adocao-por-estrangeiros-restitui.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-7326206136875175776</guid><pubDate>Wed, 25 Apr 2012 16:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-25T13:20:53.300-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícias</category><title>Casal deve indenizar menor adotado e depois devolvido a abrigo</title><description>A Justiça de Minas Gerais condenou um casal a indenizar um adolescente que foi adotado aos quatro anos e devolvido ao abrigo aos seis, em 2001. De acordo com o promotor responsável pelo caso, os pais adotivos não justificaram de maneira clara a razão da devolução da criança. A informação é do portal UOL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; De acordo com a sentença, transitada em julgado (não cabe recurso), os pais adotivos devem pagar R$ 15 mil, com correção monetária, a título de pensão alimentícia, além de 15% do salário mínimo até que ele complete 18 anos ou, caso esteja estudando, até os 24 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O promotor Epaminondas da Costa, da Promotoria de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, afirmou que os pais adotivos não justificaram de maneira clara, à época, o motivo da devolução da criança. Hoje, o adolescente tem 17 anos e ainda está no abrigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; "O casal não deu nenhuma explicação para a devolução. Entretanto, nas entrelinhas, o deixava entrever, mas não de maneira direta, que o menino estaria dando trabalho para eles. Em determinado momento, eles estiveram em crise conjugal e chegaram a culpar a criança por isso", explicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O promotor destacou outra suposta razão que, segundo ele, foi apontada pelo adolescente, para a rejeição dos pais adotivos. "O adolescente chegou a dizer, em certa época, que o casal o adotou com a intenção de devolvê-lo", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; De acordo com relato de Costa, os pais adotivos teriam desenvolvido a rejeição contra a criança depois de concretizada por eles a adoção de uma irmã do adolescente, feita na mesma época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Segundo ele, a Ação Civil Pública foi ajuizada em 2009, e, desde então, uma liminar deferida pela Justiça obriga o casal a depositar os 15% do salário mínimo em uma conta judicial em nome do adolescente, que terá acesso a ela quando completar 18 anos, em outubro de 2012. Ainda conforme o promotor, a ação tardia se deu por conta das tentativas de acordo com o casal, que fora obrigado pela Justiça a visitar e acompanhar de perto o garoto no abrigo, além de submeter a tratamento psicológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fonte: &lt;a href="http://noticias.r7.com/economia/noticias/casal-deve-indenizar-menor-adotado-e-depois-devolvido-a-abrigo-20120424.html" target="_blank"&gt;R7.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-7326206136875175776?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/04/casal-deve-indenizar-menor-adotado-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-2244899711269456716</guid><pubDate>Tue, 24 Apr 2012 10:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-24T07:35:38.934-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vídeos</category><title>SC: campanha de incentivo a adoção de crianças mais velhas dá bons resultados</title><description>&lt;center&gt;&lt;iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/4ai6eMWadpI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;  Fonte: &lt;a href="http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-nacional/v/sc-campanha-de-incentivo-a-adocao-de-criancas-mais-velhas-da-bons-resultados/1897723/" target="_blank"&gt;Jornal Nacional - Rede Globo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-2244899711269456716?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/04/sc-campanha-de-incentivo-adocao-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/4ai6eMWadpI/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-8123697326484225494</guid><pubDate>Tue, 17 Apr 2012 18:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-17T15:25:51.363-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Depoimentos</category><title>Depoimento de Clarisse Pereira Melo</title><description>&lt;div style="background-color: white; color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;div style="right: auto;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="right: auto;"&gt;Sou pretendente a adoção no Rio de Janeiro/RJ. Não sou estéril. Já tenho um filho, de quase dois anos. Mas como sempre frequentei abrigos, desde a minha infância, alimentei um desejo enorme de ser mãe adotiva. Meu marido também tinha esse desejo, mesmo antes de nos conhecermos, e então, quando meu filho tinha 4 meses de idade, entramos com a documentação.&amp;nbsp;Os meses foram passando e&amp;nbsp; fomos percebendo que o tempo de espera, não só na fila, mas do trâmite para entrar no cadastro nacional é muito mais longo do que esperávamos. Não por uma necessidade.&amp;nbsp;Documentos&amp;nbsp;perdidos pelo fórum, idas e vindas da documentação para o ministério público (cada ida e cada vinda levando mais ou menos&amp;nbsp;4 meses), e&amp;nbsp;um ano e meio depois&amp;nbsp;fomos chamados para as entrevistas&amp;nbsp;e visitação domiciliar.&amp;nbsp;A partir daí um relatório&amp;nbsp;deverá ser&amp;nbsp;feito pela assistente social e pela  psicóloga. Estamos esperando.&amp;nbsp;Fomos aceitos?&amp;nbsp;Após quatro meses, os relatórios ainda não foram feitos. A mesma assistente social que faz a habilitação para adoção é a que resgata crianças&amp;nbsp;em situações de risco e idosos sofrendo maus tratos. O tempo passa e ela tem que priorizar. As cianças estão bem nos abrigos. Já tem muitos pais na fila de espera. A habilitação está em último plano. São quase dois anos e não entramos na fila sequer. Eu não sabia que seria assim. Penso nos pais que não podem ter filhos. E no tempo que ainda terei que esperar. Há depoimentos de pessoas esperando até&amp;nbsp;oito anos. Será que também as&amp;nbsp;crianças não estão esperando demais até o patrio poder ser destiruido? Muitas querem uma família. Mas as suas não lhe querem. Quanto tempo levará até um assistente social&amp;nbsp;chegar a essa mesma conclusão e torná-la apta a ser adotada?&amp;nbsp; Não há profissionais suficientes para  esse trabalho no nosso estado e talvez na maior parte do país. Precisamos de uma campanha que mostre a gravidade da atual situação para que o sofrimento e o abandono sejam minimizados.&lt;/div&gt;&lt;div style="right: auto;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; mso-outline-level: 2; right: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="right: auto;"&gt;&lt;span style="right: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; right: auto;"&gt;Bárbara Toledo, presidente da Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção, explica que para uma criança que está num abrigo ser considerada apta a ser adotada é preciso primeiro que a Justiça declare que ela não pode mais voltar para a família original. Essa primeira etapa num processo de adoção tem prazo limite de 2 anos, o que os grupos de adoção acham muito longo. "A família abandona a criança, a criança vai para o abrigo, mas, passa algum tempo, a família vai ao abrigo pedir a criança de volta para tempos depois desistir dela de novo",  explica Bárbara.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; mso-outline-level: 2; right: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; mso-outline-level: 2; right: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="right: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; right: auto;"&gt;Um crime.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; mso-outline-level: 2; right: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="right: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; right: auto;"&gt;Clarisse Pereira Melo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-8123697326484225494?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/04/depoimento.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-8127677348587310379</guid><pubDate>Tue, 17 Apr 2012 18:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-17T15:20:57.936-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícias</category><title>Servidora queria adotar bebê, mas uma criança de 11 anos mudou os planos da família</title><description>O menino foi abandonado pela mãe e o padrasto não quis ficar com ele. Em razão da idade, a possibilidade de conseguir uma família adotiva não era muito grande. A maioria das pessoas que pretende adotar busca crianças de até três anos. Felipe já tinha 11. Com um padrinho ou madrinha afetivo no entanto, ainda que continuasse morando em abrigo, teria a chance de receber o carinho de uma família ao menos aos finais de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O menino passou o fim de semana seguinte com a família de Carmeni. Dias depois, começaram as férias escolares e ele ficou na casa dela. Nada diferente dos demais afilhados que a funcionária pública acolheu nos últimos 12 anos, exceto pelo fato de que, desde o início, o menino gerou uma inquietude na mulher. Ela não queria deixá-lo voltar a viver no abrigo. “Você sabe que aquela criança não é sua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Ela vai voltar para família ou você vai ficar com ela até ser adotada. Mas com o Felipe foi diferente. Quando eu pensava que quando acabasse as férias eu teria que devolver ele, me dava pânico. Eu continuaria vendo ele, nos encontraríamos todos os finais de semana. Mas eu queria algo diferente para o Felipe. Queria cuidar dele, colocá-lo numa boa escola”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Logo no início das férias, Felipe fez uma pergunta difícil ao marido de Carmeni, Rubens Monteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Uma pergunta que afasta do Projeto Padrinho muitas famílias que têm vontade de acolher uma criança aos finais de semana, mas nem pensam em um dia adotar. “Quando terminar minhas férias, vocês vão me devolver?”, questionou o garoto. “Vamos deixar para pensar nisso no final das férias?”, respondeu Rubens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;b&gt;A família cresceu&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No final das férias, era hora de levar Felipe de volta ao abrigo. Carmeni e Rubens decidiram cuidar de Felipe de outra forma, como família acolhedora. Assim, o menino poderia morar na casa deles até que alguém o adotasse. “Procuramos a Rosa (psicóloga da Vara da Infância e Juventude) e dissemos que queríamos ser família acolhedora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quando a Rosa disse que ele poderia ser adotado por outra família, mesmo estando com a gente como família acolhedora, eu percebi que não poderia de jeito nenhum deixá-lo”. Há duas semanas, Rubens anunciou a Felipe que o casal queria adotá-lo. “Meu marido olhou nos olhos dele e disse: você tem noção de que se um dia eu for seu pai eu nunca mais vou deixar de ser? Mesmo que eu dia você fale ‘não quero mais ser seu filho!’, nunca mais você vai deixar de ser meu filho. É isso que você quer?”. Era exatamente isso que Felipe queria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  “Ele me contou que quando soube que estava para adoção, orou dizendo: ‘Deus, eu quero uma família. É tudo o que eu preciso’. Quando Deus tem um projeto na vida de alguém, ele vai costurando as coisas devagarinho, devagarinho. Eu queria uma menina bebê e veio ele. Ele é tudo o que a gente queria, ele é tudo o que a gente nunca imaginou”, disse a mãe, emocionada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O processo de adoção de Felipe está em andamento e o documento deve sair nos próximos dias. Em breve, Carmeni e Rubens terão, oficialmente, mais um filho, além dos dois biológicos. Felipe mudou para uma escola particular. Quer fazer curso de inglês, defesa pessoal, futebol, e tem todo o apoio dos pais. “Ele é muito inteligente, gosta de estudar e vamos dar todas as oportunidades que ele quiser”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Carmeni pretende continuar participando do Projeto Padrinho como madrinha afetiva. “O Projeto Padrinho é um projeto lindo, que todo mundo pode ajudar, de uma forma ou de outra”, garante. Ela ainda quer adotar uma menininha, futuramente. “Vou começar tudo de novo”, disse, rindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;b&gt;NÃO AO PRECONCEITO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Esse é só um dos inúmeros exemplos de adoções bem sucedidas, um exemplo que mostra que não há motivo para medo ou preconceito. Na semana passada, um adolescente de 15 anos, filho adotivo, matou dois irmãos usando a arma do pai, policial civil. A tragédia na família Vilar preocupou autoridades e especialistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O temor é que esse crime isolado reforce na sociedade o proconceito sobre adoção. “Foi uma fatalidade que poderia ter acontecido com filhos biológicos, enfim, com qualquer pessoa. A pessoa pode entrar em surto e fazer um ato bárbaro desse”, disse a psicóloga Rosa Aquino, da Vara da Infância e Juventude.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Fonte: &lt;a href="http://www.correiodoestado.com.br/noticias/servidora-queria-adotar-bebe-mas-uma-crianca-de-11-anos-mudo_146630/" target="_blank"&gt;Correio do Estado&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-8127677348587310379?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/04/servidora-queria-adotar-bebe-mas-uma.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-4663230050944513055</guid><pubDate>Tue, 10 Apr 2012 10:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-10T07:31:26.608-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vídeos</category><title>Processo de adoção de orfãos e avaliação de menores infratores estão mais lentos</title><description>Matéria exibida no SPTV 2º Edição do dia 09/04/2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;center&gt;&lt;iframe width="480" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/6pQJ4IgQtso" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;  Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/videos/sao-paulo/sptv-2edicao/t/edicoes/v/processo-de-adocao-de-orfaos-e-avaliacao-de-menores-infratores-estao-mais-lentos/1895943/" target="_blank"&gt;SPTV 2º Edição&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-4663230050944513055?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/04/processo-de-adocao-de-orfaos-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/6pQJ4IgQtso/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-5000151073990981002</guid><pubDate>Thu, 05 Apr 2012 14:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-05T11:22:23.379-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notas</category><title>Texto sobre adoção</title><description>&lt;span style="color: navy; font-family: 'Palatino Linotype';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: navy; font-family: 'Palatino Linotype';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Candara;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: navy; font-family: 'Palatino Linotype';"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Candara;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: navy; font-family: 'Palatino Linotype';"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Candara;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 16pt;"&gt;Adoção: uma espera que requer  cuidados&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 14pt;"&gt;Quando falamos de adoção, é sempre  importante abordar a espera que os casais enfrentam até a chegada do bebê. E o  quanto ela pode ser angustiante e sofrida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 14pt;"&gt;No trabalho que desenvolvo com  mães e bebês, atendendo não só mães biológicas, mas em muitos casos, também mães  adotivas, observo a importância do acompanhamento psicológico de mães ou casais,  nos casos daqueles que optaram por adotar uma criança. Com frequência, observo  que os casais já vêm com uma experiência de gestações frustradas, muitas delas  decorrentes de longos tratamentos de infertilidade, malsucedidos  e a adoção  acaba por se tornar a última alternativa.&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 14pt;"&gt;A decisão de adotar uma criança  pode ter diversas causas. As famílias, principalmente as mães, precisam ter  muita clareza, sobre o os motivos pelos quais chegaram a tomar a decisão, sobre  o que ela significa, sem contar as expectativas e a ansiedade envolvidas em todo  esse processo. Quando alguém decide ter um filho biológico, sabe que a espera  pode ser longa para conseguir engravidar, mas quando consegue&lt;span style="color: red;"&gt;,&lt;/span&gt; terá o tempo da gestação  mesmo que esta tenha  complicações , a fim de se programar para a chegada do bebê. E sabe também que,  quando o bebê nascer, será um recém-nascido. Tudo isso é incerto na adoção: a  espera pode ser longa e a chegada da criança talvez aconteça de um momento para  outro. Trata-se de uma gestação que começa sem data prevista para o parto e, em  muitos casos, os pais adotivos não sabem se receberão um bebê ou uma criança  maior, e tal expectativa em geral pode ser muito angustiante e causar  estresse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 14pt;"&gt;Os casais devem tentar manter a  serenidade para a chegada do filho adotivo. Entretanto, assim como nas gestações  em que devem se preparar para a chegada do bebê, os pais adotivos também  precisam adequar o ambiente para a criança, receber orientações sobre como lidar  com ela, levando em conta sua idade e se preparar internamente para sua chegada.  Ser mãe ou pai requer tempo, empenho, dedicação e, acima de tudo, amor. E, com  os filhos adotivos, como a espera não tem prazo para terminar, muitas vezes são  pegos de surpresa e nem sempre estão devidamente  preparados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 14pt;"&gt;Também destaco a importância da  participação dos pais que desejam adotar uma criança em um processo  psicoterapêutico individual ou em grupos de apoio, que favoreçam a troca de  experiências e opiniões entre pessoas que se encontram na mesma situação.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 14pt;"&gt;A adoção inclui &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 14pt;"&gt;aspectos  jurídicos, sociais e afetivos que a diferenciam da filiação biológica e, apesar  de ser muito desejada por grande número de pais, destaca-se ainda por enormes  dificuldades e numerosos preconceitos que podem vir a ser elementos  complicadores para os aspectos emocionais tanto para a família como um todo,  como para seus membros individualmente. Cada um inevitavelmente entrará em  contato com seus aspectos pessoais, limitações e condições a respeito de si  mesmo e dos outros. Isso acontece até mesmo com a chegada de um filho biológico,  pois a maternidade e a paternidade mobilizam questões profundas que podem ser  positivas ou negativas. Na adoção, essas questões, que nem sempre são  conscientes, tornam-se mais complexas. Talvez nesse momento, um acompanhamento  psicológico individual se faça necessário.&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 14pt;"&gt;Como  tudo na vida tem aspectos bons ou ruins, a adoção, assim como a escolha de ter  um filho, inclui as alegrias e as agruras da maternidade ou paternidade, que  variam de mãe para mãe, de pai para pai, de sociedade para sociedade.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 14pt;"&gt;Não  há necessidade de que ninguém seja perfeito, mas simplesmente reconheça que,  para ser feliz, antes de mais nada, precisa aceitar que a vida também tem  dificuldades, limitações e imperfeições. Saber que na adoção isso também  acontece pode trazer um grande alívio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 14pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 14pt;"&gt;Cynthia  Boscovich &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 14pt;"&gt;Psicóloga  clínica, psicanalista. Além de atender adolescentes e adultos em seu  consultório, possui um trabalho específico com grávidas, mães e bebês, na área  de prevenção e tratamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: 14pt;"&gt;&lt;a href="http://www.cuidadomaterno.com.br/"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;www.cuidadomaterno.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: auto 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Candara;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-5000151073990981002?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/04/texto-sobre-adocao.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-8351904713761085198</guid><pubDate>Thu, 05 Apr 2012 14:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-05T11:20:11.805-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Depoimentos</category><title>sobre doacao</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;Oi, nos chamamos: RONALDO CANEDO SILVA, e FABÍOLA BATISTA CANEDO SILVA. Somos casados e a cerca de mais de um ano, procuramos entrar na fila de adoção. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;Mas estamos vivenciando o quando a burocracia prejudica os direitos da criança em nosso Brasil.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;Interessante mencionar que ficamos mais de um ano para conseguir o certificado de aprovação para adoção. Agora que o temos, não adianta visitar nenhum lar, pois em todos que procuramos, foi dito que precisamos aguardar que eles que ligam de acordo com a classificação de entrada nesta lista de adoção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;Bem, note o caso:Sabendo de um lar de criança que tem duas crianças, ligamos para comissária de menor e segundo ela, tem duas crianças para adoção. No entanto, tem 700 (setecentas) famílias na frente. Ela já contatou 200 (duzentas) faltando mais 500 (quinhentas). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;Bem a situação: quanto tempo levará para contatar mais quinhentas famílias? Um, dois ou três anos? Daqui um, dois ou três anos já se atinge outro perfil de escolha das famílias,,, assim, subentende que alguém com aquele perfil de até dois anos a tempos atrás, já perdeu a chance para adotar e daqui a três anos, vai ficar mais difícil para criança ser adotada, pois fica com mais idade. Mas, como fica a questão da lei quando diz: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;a LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990.Art. 19. § 2o&amp;nbsp; A permanência da criança e do adolescente em programa de acolhimento institucional não se prolongará por mais de 2 (dois) anos, &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;Não seria mais razoável realizar leis "reais", ou seja, leis que atendam a realidade. Exemplo: se você já está aprovado para adoção, você poderá ou deverá visitar lares que atendam o seu perfil para adoção. Uma vez que tem a criança, ficará como preferência aquela família que chegou primeiro. Assim, o interessado é que terá que "correr" a trás do seu "filho".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;Conheço famílias que estão a anos na fila de adoção e nunca receberam uma ligação. E não adianta mencionar que é por causa das muitas exigências que o casal impõe, pois no caso deles o perfil é bem elástico. Sendo assim ficam desanimados de correr atrás de algo que nunca conseguem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;No nosso caso, fica assim a situação da criança e nossa: existe uma criança pronta para adoção e uma família pronta a dar um lar digno para ela. Aprovados e prontos a visitar e fazer o melhor para ter esta criança. Mais temos que ficar sentados à espera que alguém contate alguém que queira. E quando isso acontecer, pode ser que a criança já tenha mais idade do que se pretendia adotar. Os dois foram "lesados" pela lei. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;Parece que são as famílias que exigem demais para adotar uma criança ou as leis que dificultam tanto?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;Parece que gastam dinheiro demais com campanhas para adoção e colocam menos condições para a adoção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;Atenciosamente: RONALDO CANEDO SILVA, e FABÍOLA BATISTA CANEDO SILVA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h1 align="center" style="text-align: center;"&gt; &lt;span style="font-family: Calibri; font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Blackadder ITC'; font-size: 20pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Blackadder ITC'; font-size: 20pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 align="center" style="text-align: center;"&gt; &lt;a href="http://www.duasbarras.com/" target="_blank"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/h1&gt;&lt;h1 align="center" style="text-align: center;"&gt; &lt;span style="font-family: 'Blackadder ITC'; font-size: 20pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="ecxMsoNormal" style="line-height: normal; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.duasbarras.com/" target="_blank"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="bandoo_adv" title="bandoo_adv"&gt;&lt;a href="http://www.featuresweet.com/wp/ie.php?plg=ie&amp;amp;ad2=0&amp;amp;subs=hotmail&amp;amp;elm=sign"&gt;&lt;img border="0" src="http://triggers.wp.bandoo.com/signature_001.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-8351904713761085198?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/04/sobre-doacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-7774060072994344087</guid><pubDate>Thu, 05 Apr 2012 14:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-05T11:17:52.275-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícias</category><title>Judiciário realiza Páscoa de crianças acolhidas</title><description>Cerca de 200 crianças e adolescentes com idade entre 2 e 17 anos de sete instituições de acolhimento das Comarcas de Cuiabá e Várzea Grande terão uma Páscoa mais feliz com o auxílio do Poder Judiciário de Mato Grosso. A Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja) fez a entrega de ovos de Páscoa, numa ação que representou o desdobramento da campanha permanente Adotar é Legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A secretária-geral da Ceja, Elaine Zorgetti Pereira, agradeceu o empenho de toda equipe, bem como dos parceiros. “A campanha só é realizada com o apoio dos parceiros: Supermercados Big-Lar e todos os servidores e magistrados do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e do Fórum de Cuiabá, além, é claro, das próprias instituições. Esperamos levar um pouco mais de alegria a estas crianças e explicar o verdadeiro significado deste período”, destacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A equipe da Ceja iniciou as entregas ainda na terça-feira (3 de abril). Os ovos foram distribuídos para crianças das instituições Lar Vida Nova, Casa Lar I, II, III e IV, localizadas em Várzea Grande, e para o Lar da Criança, Casa da Retaguarda e Projeto Nossa Casa, em Cuiabá. Uma das servidoras/voluntárias utilizou uma fantasia de coelho para fazer a entrega. “É muito gratificante participar destes eventos promovidos pela Ceja. Tenho aprendido muito no aspecto pessoal. Damos mais valor a nossas vidas e compreendemos que um gesto simples pode fazer diferença para quem perdeu quase tudo em sua vida”, enfatizou a estagiária Tarielli Píton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Um a uma as crianças foram sendo chamadas para receberem os ovos e, de quebra, um brinde especial: um coelhinho de pelúcia. “Tivemos uma adesão muito boa nesta campanha, com ovos de 240 gramas. Além da campanha lançada na intranet e dos cartazes disponibilizados, visitamos gabinetes e setores individualmente para realizar o pedido de doação. Todos nos atenderam muito bem”, destacou a assistente social da Ceja, Nadir Nadaf, que explicou o verdadeiro significado da Páscoa às crianças das instituições de Várzea Grande durante a entrega dos ovos. “É um período de renascimento, em que devemos observar algumas questões. Devemos nos perguntar se somos bons cidadãos, o que queremos para nossas vidas, se temos bons projetos... E tentar melhorar sempre. Feliz Páscoa a todos e Deus os abençoe”, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Bastante alegre, Carlos, nome fictício de um garoto de 11 anos acolhido em uma das casa beneficiadas, disse que a Páscoa seria uma data muito triste diante do fato de ele não ter uma família. “Eu gosto muito da surpresa. E um coelho entregando o ovo dele aqui ‘pra’ gente é bem legal”, disse o garoto, que revelou que pretende estudar e ser bombeiro. Para Ana, nome fictício de uma menina de oito anos, que está há dois em uma das instituições que receberam a visita da equipe da Ceja, após perder dois de seus dez irmãos, a visita foi uma ótima surpresa. “Eu gosto de ovo da Páscoa e vou brincar bastante com esse coelho”, comemorou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para a mãe social das crianças da Casa Lar do Bairro Jardim Paula I, em Várzea Grande, Iva dos Santos Alexandre, a campanha enche as crianças de esperança. “É muito bom para elas e para nós também. Eu ganhei uma caixa de chocolate, também estou feliz, minha Páscoa vai ser boa. Não tínhamos nada antes. Tento fazer meu trabalho da melhor maneira. Crio estes meninos como se fossem meus”, observou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Segundo dados da Ceja, cerca de 580 crianças/adolescentes são atendidas por 52 unidades de acolhimento no Estado. Outras comarcas também realizam suas campanhas. “Esta é uma forma de estimularmos que todos participem. Custa pouco para manter a tradição e reforçar boas práticas ao menos nos principais períodos do ano”, finalizou a secretária-geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fonte: &lt;a href="http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=389737" target="_blank"&gt;O Documento&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-7774060072994344087?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/04/judiciario-realiza-pascoa-de-criancas.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-365231427613401756</guid><pubDate>Wed, 28 Mar 2012 14:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-28T11:14:27.072-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícias</category><title>PR tem o segundo maior número de pais candidatos à adoção</title><description>&lt;i&gt;Hoje são cerca de 2.000 casais, 600 destes estão em Curitiba, onde 153 crianças aguardam para serem adotadas&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em 2011, dados do Cadastro de Adoções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontavam a existência de 7.949 crianças disponíveis para adoção no país, em contraposição a 30.378 candidatos a pais. Segundo informações do CNJ, o Paraná é o segundo estado brasileiro com maior número de pretendentes à adoção. Hoje são cerca de 2.000 casais, 600 destes estão em Curitiba, onde 153 crianças aguardam para serem adotadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A falta de planejamento familiar, o perfil dos casais em relação à idade e à raça das crianças colaboram para a dificuldade em zerar o número de crianças e adolescentes aptos a serem adotados. No entanto, candidatos a pais e especialistas sobre o tema afirmam que a morosidade do Poder Judiciário tem papel determinante na espera de ambos os lados – casais que querem adotar e crianças e adolescentes que desejam uma família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O Grupo de Apoio à Adoção Recriar - Família e Adoção, ONG da capital paranaense que oferece orientação e apoio a casais candidatos a pais, realizou um levantamento que aponta uma demora de aproximadamente um ano para a habilitação dos casais interessados em adotar. Após a aprovação, são em média mais dois anos de espera para aqueles que desejam adotar grupos de irmãos; três anos para a adoção de uma criança acima de seis anos; e aproximadamente cinco anos para a adoção de um bebê de até um ano de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  “Neste tempo, muitas crianças vão perdendo gradativamente o ‘brilho dos olhos’ e amargando uma espera que não se concretiza de ter uma família, quer consanguínea ou não. Não há como mensurar as perdas na fase inicial da vida de um ser humano, principalmente diante de um quadro onde não há falta de pais habilitados nem impedimentos legais”, afirma Homero Cidade, parceiro da ONG Recriar e candidato a pai na fila de adoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O drama começa antes mesmo de ser cogitada a adoção legal. Em Curitiba, cerca de 1.300 crianças e adolescentes vivem em abrigos. Em todo o estado, são cerca de 4.500. Desde 2009, a Nova Lei de Adoção determina que os juízes das Varas da Infância e Juventude devem fazer relatórios semestrais sobre a situação de cada criança e adolescente abrigado e decidir dentro do prazo de dois anos se haverá retorno à família de origem, se um parente assume a responsabilidade de criação ou se a criança deve ser incluída no Cadastro Nacional de Adoções. São aproximadamente 1300 relatórios por semestre, além dos trabalhos rotineiros e complexos de uma Vara da Infância. O problema é que o Judiciário não possui estrutura e profissionais suficientes para atender a essa demanda de forma satisfatória. Em Curitiba, são apenas duas juízas, em duas Varas da Infância e Juventude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Homero Cidade, engenheiro agrônomo, e Rebeca Cidade, bacharel em turismo, desejam adotar um grupo de irmãos. Candidatos a pais já habilitados à adoção, descobriram ao longo do processo que centenas de crianças crescem institucionalizadas enquanto pessoas como eles buscam constituir uma família. Em parceria com a Recriar – Família e Adoção, a outros candidatos a pais e também pessoas da comunidade, o casal decidiu encabeçar uma campanha pela criação de mais Varas da Infância e Juventude no Paraná e pela melhoria da infraestrutura das que já existem em Curitiba e em outras comarcas do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O grupo recolheu, desde janeiro, cerca de 2.000 assinaturas de apoio à causa em um documento que foi entregue no dia 21 de março, ao presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), Desembargador Miguel Kfouri Neto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  “O ponto central que move estas diversas entidades e pessoas é o direito à convivência familiar e comunitária que foi sacramentado no Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990. Mas, acima do direito das crianças está a justiça para as crianças, que se encontram alijadas deste convívio familiar, que é fundamental”, afirma Homero. Em resposta, o desembargador afirmou que ainda em 2012, as Varas da Infância e Juventude do estado contarão com mais 75 servidores, sendo 60 deles analistas e 15 técnicos judiciários. Em três anos, devem ser mais 200 profissionais. “Ainda não é o ideal, mas já é significativo”, afirma o presidente do TJPR.  Sobre a criação de mais uma vara em Curitiba, Miguel Kfouri Neto se comprometeu em estudar a proposta com a corregedoria do tribunal e seguir adiante com a ideia, se ela mostrar-se viável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Participaram da audiência com o presidente do TJPR: o casal Homero e Receba Cidade; Luiz Antonio Mariano, advogado e também candidato a pai adotivo; Elza Dembinski, vive-presidente da ONG Recriar; e Ana Lucia Cavalcante, psicóloga da ONG Recriar. O parecer positivo animou os representantes e voluntários da ONG, que devem continuar os esforços para agilizar os processos de adoção e diminuir a angústia de crianças e adolescentes e candidatos a pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Fonte: &lt;a href="http://www.bemparana.com.br/noticia/210530/pr-tem-o-segundo-maior-numero-de-pais-candidatos-a-adocao" target="_blank"&gt;bem paraná&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-365231427613401756?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/03/pr-tem-o-segundo-maior-numero-de-pais.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-4755983654464052662</guid><pubDate>Mon, 19 Mar 2012 11:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-19T08:45:51.281-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícias</category><title>PEC garante estabilidade no emprego à mãe adotante</title><description>A Câmara analisa Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 146/12, do deputado Benjamin Maranhão (PMDB-PB), que estende a estabilidade provisória no emprego à mãe que adotar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Pela proposta a adotante não poderá perder o emprego, por dispensa arbitrária ou sem justa causa, nos cinco meses subsequentes à adoção ou à obtenção da guarda judicial para fins de adoção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Atualmente, essa estabilidade é assegurada pela Constituição Federal à gestante desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. Para Maranhão, é essencial a garantia do emprego também à mãe adotante como forma de assegurar a proteção e o bem-estar da criança durante sua adaptação ao novo lar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O parlamentar argumenta que a própria Constituição prevê a igualdade entre os filhos naturais e os adotivos. “Não há dúvidas quanto à inconstitucionalidade de tratamento diferenciado entre as crianças e adolescentes adotados ou havidos fora do casamento e aqueles frutos de relações familiares estáveis e tradicionais”, afirma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;b&gt;Tramitação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; A admissibilidade da PEC será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Caso aprovada, será criada uma comissão especial para analisar o mérito da proposta. Depois, o texto deverá ser votado em dois turnos pelo Plenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Saiba mais sobre a tramitação de PECs.    Fonte: &lt;a href="http://www.cenariomt.com.br/noticia.asp?cod=171488&amp;codDep=1"&gt;CenárioMT.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-4755983654464052662?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/03/pec-garante-estabilidade-no-emprego-mae.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-5829494151652594830</guid><pubDate>Thu, 15 Mar 2012 11:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-15T08:24:47.619-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vídeos</category><title>Casal homoafetivo conta a luta para conseguir a adoção</title><description>&lt;center&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/5r_9ijPBePY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Fonte: &lt;a href="http://globotv.globo.com/gnt/novas-familias/t/veja-tambem/v/casal-homoafetivo-conta-a-luta-para-conseguir-a-adocao/1848002/" target="_Blank"&gt;Globo TV&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-5829494151652594830?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/03/casal-homoafetivo-conta-luta-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/5r_9ijPBePY/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-1082921753852107003</guid><pubDate>Thu, 16 Feb 2012 13:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-16T11:00:15.350-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notas</category><title>Cartilha de ADOÇÃO da OAB SP - Agora na internet</title><description>No intuito de contribuir para construir uma sociedade mais justa, equilibrada e que promova o bem-estar de crianças e adolescentes, a OAB SP elaborou esta cartilha de orientação, uma vez que o processo de adoção no Brasil ainda padece de simplicidade e celeridade.   &lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;div id="__ss_11591028" style="width: 477px;"&gt;&lt;strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/wagneryamuto/cartilha-adocao-internet" title="Cartilha adocao internet"&gt;Cartilha adocao internet&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;object height="510" id="__sse11591028" width="477"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/doc_player.swf?doc=cartilhaadocaointernet-120215105019-phpapp02&amp;stripped_title=cartilha-adocao-internet&amp;userName=wagneryamuto" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"/&gt;&lt;embed name="__sse11591028" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/doc_player.swf?doc=cartilhaadocaointernet-120215105019-phpapp02&amp;stripped_title=cartilha-adocao-internet&amp;userName=wagneryamuto" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" wmode="transparent" width="477" height="510"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="padding: 5px 0 12px;"&gt;View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/"&gt;documents&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/wagneryamuto"&gt;Wagner Yamuto&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/center&gt;   Fonte: &lt;a href="http://www.oabsp.org.br/comissoes2010/direito-adocao/cartilhas" target="_blank"&gt;OAB SP&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-1082921753852107003?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/02/cartilha-de-adocao-da-oab-sp-agora-na.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-1100857524016461356</guid><pubDate>Wed, 15 Feb 2012 16:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-15T14:48:00.102-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vídeos</category><title>A adoção de jovens e crianças no Brasil (3)</title><description>Em situações de adoção, fica a cargo da Justiça promover encontros que tenham um final feliz. Porém, muitas crianças ficam à espera dessa mesma Justiça para saber se elas podem ser adotadas.   &lt;center&gt;&lt;embed src="http://www.redetv.com.br/player/jw/4.4/player.swf" height="302" width="480" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="volume=100&amp;autostart=false&amp;skin=http://www.redetv.com.br/player/jw/skin01.swf&amp;file=http://vod.redetv.com.br/videos/portal//ACON/2012/02/09/R2311ADOCAO3.mov&amp;image=http://images.redetv.com.br/thumbnail_videos/370x208//ACON/2012/02/09/R2311ADOCAO3.JPG" /&gt;&lt;/center&gt;  Fonte: &lt;a href="http://www.redetv.com.br/Video.aspx?138,54,246741,jornalismo,aconteceu,a-adocao-de-jovens-e-criancas-no-brasil-3" target="_blank"&gt;RedeTV!&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-1100857524016461356?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/02/adocao-de-jovens-e-criancas-no-brasil-3.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-8669546140051396184</guid><pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-14T15:04:02.644-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vídeos</category><title>A adoção de jovens e crianças no Brasil (2)</title><description>Um dos principais problemas a serem trabalhados é o preconceito. Para driblar situações embaraçosas, as famílias precisam ter muito jogo de cintura.  &lt;center&gt;&lt;embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" flashvars="volume=100&amp;amp;autostart=false&amp;amp;skin=http://www.redetv.com.br/player/jw/skin01.swf&amp;amp;file=http://vod.redetv.com.br/videos/portal//ACON/2012/02/09/R2310ADOCAO2.mov&amp;amp;image=http://images.redetv.com.br/thumbnail_videos/370x208//ACON/2012/02/09/R2310ADOCAO2.JPG" height="302" src="http://www.redetv.com.br/player/jw/4.4/player.swf" width="480"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;  Fonte: &lt;a href="http://www.redetv.com.br/Video.aspx?138,54,246746,jornalismo,aconteceu,a-adocao-de-jovens-e-criancas-no-brasil-2" target="_blank"&gt;RedeTV!&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-8669546140051396184?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/02/adocao-de-jovens-e-criancas-no-brasil-2.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-4208794021334868853</guid><pubDate>Mon, 13 Feb 2012 16:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-13T14:38:07.261-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Vídeos</category><title>A adoção de jovens e crianças no Brasil</title><description>Ato de amor pode transformar a vida de muita gente. Bárbara de Toledo, por exemplo, adotou dois filhos. Já dona Izamar adotou 18. A relação é de 5 mil crianças que querem um lar para 27 mil pais com prentensões de adoção.  &lt;center&gt;&lt;embed src="http://www.redetv.com.br/player/jw/4.4/player.swf" height="302" width="480" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="volume=100&amp;autostart=false&amp;skin=http://www.redetv.com.br/player/jw/skin01.swf&amp;file=http://vod.redetv.com.br/videos/portal//ACON/2012/02/09/R2309ADOCAO1.mov&amp;image=http://images.redetv.com.br/thumbnail_videos/370x208//ACON/2012/02/09/R2309ADOCAO1.JPG" /&gt;&lt;/center&gt; Fonte: &lt;a href="" target="_blank"&gt;RedeTV!&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-4208794021334868853?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/02/adocao-de-jovens-e-criancas-no-brasil.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-4554515379309061384</guid><pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-03T13:44:40.544-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícias</category><title>Grupo de Apoio à Adoção fornecerá esclarecimentos aos interessados :: Cubatão - SP</title><description>Incentivar a adoção e fornecer esclarecimentos sobre seus aspectos. Esse é o objetivo da reunião que será realizada no próximo dia 15, com início previsto paras as 19 horas, na Unidade Municipal de Ensino &lt;i&gt;Princesa Isabel&lt;/i&gt;. Na oportunidade, os interessados no assunto poderão conversar a respeito com pais e filhos adotivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa é do &lt;i&gt;Grupo de Apoio à Adoção de Crianças e Adolescentes&lt;/i&gt; de Cubatão - SP, e a informação, da assistente social da Secretaria Municipal de Cidadania e Inclusão Social (Semcis), Regina Salles. É orientação da Semcis, a cargo de Karina Cruz Gonçalves, cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca) a partir do qual crianças e adolescentes passam a ser considerados cidadãos, com direitos pessoais e sociais garantidos. Nesse sentido, a adoção tem como finalidade garantir a convivência social da criança e do adolescente, que deverá conviver sob a guarda de uma família da comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Encontro de grupos&lt;/b&gt; – De acordo com a assistente social, este ano Cubatão sediará o I &lt;i&gt;Encontro Regional dos Grupos de Adoção da Baixada Santista&lt;/i&gt;. O evento está marcado para o dia 2 de junho, das 10 às 17 horas, no Bloco Cultural &lt;i&gt;José Edgard da Silva&lt;/i&gt;. O Município também participará da organização, juntamente com Santos, São Vicente e Praia Grande. Segundo Regina Salles, deverá contar com autoridades do Executivo e do Judiciário. Os interessados já podem inscrever-se por intermédio do e-mail: &lt;u&gt;adocaobaixadasantista@hotmail.com&lt;/u&gt; . Informações também podem ser obtidas pelo telefone 3012-8930.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ume &lt;i&gt;Princesa Isabel&lt;/i&gt; fica na Praça Getúlio Vargas, 50, Vila Couto. O Bloco Cultural, na Praça dos Emancipadores, s/nº, no mesmo bairro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Texto:&lt;/b&gt; Maria Cecilia de Souza Rodrigues. MTb 16561.&lt;br /&gt;20120202 - SEMCIS - Adoção - CR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.cubatao.sp.gov.br/publico/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=5481:grupo-de-apoio-a-adocao-fornecera-esclarecimentos-aos-interessados&amp;amp;catid=10:noticias-da-cidade&amp;amp;Itemid=50" target="_blank"&gt;Prefeitura Municipal de Cubatão&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-4554515379309061384?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/02/grupo-de-apoio-adocao-fornecera.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-360387511298269525</guid><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 15:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-27T13:29:07.666-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícias</category><title>Perfil deixa a adoção mais lenta</title><description>&lt;i&gt;Casais preferem crianças de até três anos, do sexo feminino e que tenham traços físicos mais parecidos com os deles&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Por: &lt;b&gt;Mariana Cerigatto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Adoção: um ato, simplesmente, de amor? Nem sempre. Adotar uma criança não é um processo fácil, ainda mais quando as exigências e preferências por certas características físicas, faixa etária e sexo falam mais alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Em Bauru, segundo dados do Fórum da cidade, a média na fila de espera é de 4 anos, mas este tempo pode ser estendido dependendo das exigências dos interessados pela adoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Até agosto de 2011, eram 172 casais cadastrados na cidade. Destes 172 futuros pais adotivos, as preferências voltam-se a crianças que tenham, no máximo, até três anos de idade. Apenas 30% aceitam crianças entre 3 a 5 anos e somente 10% querem adotar as que estão na faixa etária de 5 a 7 anos. “Quando se fala em adolescente, então, fica ainda mais difícil”, afirmou a assistente social responsável pela área de adoção do Fórum de Bauru, Sônia Leme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O desejo em adotar uma menina é também muito maior do que crianças do sexo masculino. Em relação à cor de pele, a maioria, 45%, quer crianças brancas; 35% aceitam pardos e para 20% a cor de pele é indiferente. “Muitos casais optam por não indicar qual cor de pele preferem para serem chamados mais rapidamente”, salienta Sônia. “A futura família que deseja adotar, geralmente, quer uma criança que apresente os mesmos traços físicos dos pais. Contudo, nem sempre isso é possível. É muito difícil um casal branco querer adotar uma criança negra, por exemplo. E grande parte das crianças que vem para nós é parda e negra”, frisa a assistente social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Segundo Sonia, essa ausência de flexibilidade na hora de escolher a criança dificulta o processo de adoção. “Um casal que apresenta certa flexibilidade na hora de adotar pode conseguir a criança de forma muito mais rápida do que um casal que quer uma criança mais nova, por exemplo”, admite Sônia. “Pelo que observo, alguns pais querem esconder a adoção. Por este motivo, preferem uma criança que tenha uma aparência física, que tenha traços iguais aos deles”, revela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  “Quando você quer ter filhos, não importa o tipo de filho que você terá, o que vai importar é o amor que você dispensará a ele. Filhos podem vir por adoção ou de maneira biológica”, frisou a dentista Ivone Maria de Lima Jaime, que preside o Grupo de Incentivo e Apoio à Adoção da Região de Ourinhos (Giaaro). Ela, inclusive tem uma filha adotiva, Laura, que está prestes a completar 18 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;b&gt;Destituição&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;  A adoção pode se tornar mais lenta ainda quando se esbarra no processo de destituição do poder familiar. “Nem todas as crianças que estão nos abrigos estão prontas para adoção. Geralmente, essas crianças foram vítimas de abandono ou foram retiradas de suas famílias por maus-tratos, por negligência, por abuso sexual ou físico, entre outros motivos”, explica Sônia Leme. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mesmo nessas situações, as crianças têm direito de serem criadas junto a sua família de origem. Esta é uma medida prevista no próprio Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). “Então a Justiça, para atender a este direito, precisa esgotar todas as possibilidades dessa criança ser reinserida em sua família, junto a seu pai e mãe biológicos, ou outros parentes. A adoção é a última possibilidade para esta criança, depois das tentativas de reinserção terem sido esgotadas”, discorre. “Se for o caso de encaminhar para adoção, o juiz vai determinar a destituição do poder familiar para que essa criança ou adolescente seja recebido por famílias substitutas”, alega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  “A Justiça demora para fazer a destituição pois as varas estão acumulando muito serviço, os juizes têm que julgar muitos processo e esta situação é um dos fatores que atrapalha o processo de adoção”, aponta a dentista Ivone Maria de Lima Jaime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Para Ivone, a demora é algo preocupante, pois a criança fica muito tempo longe de uma família. “As tentativas de reintegração familiar podem demorar muito até que as autoridades percebam que aquela criança não é aceitável mas em sua família de origem. Só que com isso o tempo passa e a criança cresce. E fica no abrigo enquanto isso. A situação é muito triste”, ressalta Ivone. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Fonte: &lt;a href="http://www.jcnet.com.br/editorias_noticias.php?codigo=220699" target="_blank"&gt;JCNET&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-360387511298269525?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/01/perfil-deixa-adocao-mais-lenta.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-4468885564904284521</guid><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 11:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-26T10:00:41.143-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícias</category><title>Filhos, adoção e educação</title><description>O GAIA – Grupo de Apoio e Incentivo à Adoção de Embu das Artes convida a todos para a palestra “O SIM para a adoção” que será realizada em sua sede, dia 4/2 das 10 às 12h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A  palestra é gratuita, mas as vagas são limitadas e por isso , o GAIA solicita que  os interessados confirme a presença com antecedência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O GAIA fica na rua Cândido Mota Filho, nº 450. Jd. Silvia ou no site:&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.embu.sp.gov.br/e-gov/noticia/index.php?ver=4388" target="_blank"&gt;www.gaia-grupodeapoio.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Mais informações podem ser obtidas com os integrantes do Grupo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Rita (9524-5461)&lt;br /&gt;Fátima (9700-0157)&lt;br /&gt;Antônio Carnezi (9742-2012)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ou pelo email gaia.embudasartes@gmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Arney Barcelos&lt;br /&gt;24/1/2012&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-4468885564904284521?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/01/filhos-adocao-e-educacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-4944263637632656813</guid><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 17:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-12T15:30:52.508-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notícias</category><title>Juíza de SP concede adoção a casal de mulheres</title><description>&lt;b&gt;Por Líliam Raña&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A juíza da Vara da Infância e Juventude de São Paulo, Renata Bittencourt Couto da Costa,  julgou procedente o pedido de adoção feito por um casal de mulheres que convivem em união estável há três anos. A adoção é unilateral, pois uma das mulheres gerou o filho por meio de inseminação artificial, com consentimento da companheira, que agora adotou a criança. O Ministério Público se manifestou favorável, enfatizando o vínculo familiar existente, assim como estudos psicossociais resultaram em uma avaliação positiva da convivência entre as duas. A decisão é de outubro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A juíza destaca que a ausência da figura paterna ou materna não descaracteriza a existência de família. “A família se constitui pela formação de laços afetivos pela convivência duradoura, pública e contínua; pela lealdade entre seus componentes; pelo respeito; pela disponibilidade para a assistência por e para cada um de seus componentes; e pela busca da felicidade em comum”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ela, a diferença, portanto entre as duas conviventes e um casal heterossexual é a capacidade de gerar filhos. “Se o procriar não se inclui, necessariamente, como elemento constitutivo da família, não se pode excluir a união homoafetiva como forma de se constituir uma família”. A juíza destaca que, segundo estudos da área de psicologia, a opção sexual não interfere na psique dos filhos. “O que interfere é o exercício não saudável da opção sexual, e não a opção em si”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para formar seu entendimento, a juíza se utilizou ainda das últimas decisões de reconhecimento da união homoafetiva pelos tribunais, como o Supremo Tribunal Federal. Sustenta que em atenção ao vínculo afetivo entre o casal e o benefício ao adotando, a adoção vai ao encontro do interesse da criança, como determina o Estatuto da Criança e do Adolescente. De acordo com os autos, a assistente social observou que as duas exercem o papel materno, “de forma responsável valorizando a vida em família”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No registro de nascimento da criança, a juíza determinou que conste o nome das duas, “sem qualquer menção a pai ou mãe”. O nome avós também deverão constar sem relacionar se eles são paternos ou maternos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.conjur.com.br/2012-jan-11/juiza-sp-concede-adocao-casal-mulheres-convivem-uniao-estavel" target="_blank"&gt;Consultor Jurídico&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-4944263637632656813?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/01/juiza-de-sp-concede-adocao-casal-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8253538612622910646.post-7411702798339347289</guid><pubDate>Wed, 04 Jan 2012 17:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-04T15:25:40.792-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>Notas</category><title>Dados de FÓRUNS CENTRAIS e REGIONAIS de São Paulo - SP</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9GQibI6zuqw/TwSLK5K7RJI/AAAAAAAAAGc/2SRY7AYcEt0/s1600/Foruns_01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="314" src="http://1.bp.blogspot.com/-9GQibI6zuqw/TwSLK5K7RJI/AAAAAAAAAGc/2SRY7AYcEt0/s320/Foruns_01.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_EjggrOJOZ0/TwSLdRIG4dI/AAAAAAAAAGo/CgqzU1ZdmEA/s1600/Foruns_02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="313" src="http://2.bp.blogspot.com/-_EjggrOJOZ0/TwSLdRIG4dI/AAAAAAAAAGo/CgqzU1ZdmEA/s320/Foruns_02.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8253538612622910646-7411702798339347289?l=www.adocaobrasil.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.adocaobrasil.com.br/2012/01/dados-de-foruns-centrais-e-regionais-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Adoção Brasil)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-9GQibI6zuqw/TwSLK5K7RJI/AAAAAAAAAGc/2SRY7AYcEt0/s72-c/Foruns_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>
